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quinta-feira, 14 de setembro de 2017

SAP DEFINE PRIMEIRA META PARA LEONARDO NO BRASIL

Empresa quer completar “jornada digital” de ao menos 100 clientes até Maio/2018.

Chegou a vez do público brasileiro de fato conhecer o SAP Leonardo. Assim como a proposta da multinacional alemã em seu principal evento anual em Orlando (EUA), o Sapphire, realizado em maio deste ano, quando apresentou a plataforma, a companhia mantém o Leonardo como a principal estrela de suas aparições públicas. Desta vez o local escolhido é o SAP Forum Brasil, principal evento da empresa para clientes e parceiros no País, realizado nesta semana em São Paulo (SP).
Logo após o lançamento, há cerca de quatro meses, Cristina Palmaka, presidente da SAP no Brasil, já vislumbrava enorme potencial da plataforma, que reúne uma gama de tecnologias emergentes – como IoTmachine learning, big data e blockchain – para o País. Agora, a empresa já começa a visualizar os primeiros resultados concretos de implementações em clientes. Com isso, a primeira meta no Brasil está definida: somar de 100 a 150 clientes utilizando soluções Leonardo até maio de 2018, quando a plataforma completar um ano.
Mala Anand, presidente global do SAP Leonardo, comenta que a meta é baseada no número de clientes que completarem a chamada “jornada digital”, que é justamente o grande foco da SAP com as soluções propostas no novo portfólio. “O Leonardo é um sistema digital que ajuda a redefinir negócios para o mundo digital”, define a executiva, em entrevista ao IT Forum 365.
Mala se mostra extremamente satisfeita com as primeiras impressões dos clientes brasileiros. Segundo ela, já são dezenas de soluções implementadas, um grande avanço desde maio. Na ocasião, o único projeto divulgado era o da fabricante de máquinas e equipamentos agrícolas Stara, com o “Aquarius”, que contempla um sistema de telemetria em máquinas com computador de bordo para concentrar informações. No próprio evento, novos cases já estão sendo demonstrados.
“Clientes enxergam chances de rápido crescimento e aumento de produtividade. Diversos CEOs brasileiros veem que os próximos três anos serão mais críticos do que os últimos 50 (em termos de tecnologias). E o Brasil tem tomada a liderança e enfrentado os desafios em busca de inovação”, comenta.
Em termos de maturidade e adoção no mercado local, em uma escala de um a cinco, Mala diz que o Brasil chegaria aos quatro pontos. Um quesito que ajuda nessa evolução é o fato de o País ser sede de um dos SAP Leonardo CentersTrata-se do SAP Labs Latin America, localizado em São Leopoldo (RS), que recentemente foi “promovido”. O local se junta a outros dois da rede, um em Nova Iorque (EUA) e outro em Paris (França). A próxima unidade a abrigar o laboratório será Bangalore, na Índia.

Inovações

Um dos focos da companhia, com o centro de inovação, é em processos de coinovações. O Innoweeks, competição de inovação promovida pelo SAP Labs Latin America, que conta com a participação de estudantes universitários de diversos cursos e colaboradores do SAP Labs, faz parte da estratégia.  Na edição de 2017, cerca de 120 se envolveram no desafio, que tinha como premissa tecnológica o uso da nova plataforma. Os grupos trabalharam em projetos para as empresas Burger King, O Boticário, Cielo e Eurofarma durante quatro semanas. Conheça mais detalhes sobre os projetos.
“A chave é que esses novos sistemas de inteligência vão permitir que nossos clientes tenham modelos de negócios completamente novos. Não é apenas sobre tecnologias e serviços diferentes, é resolver problemas de negócios. Esse é o nosso foco”, completa Mala.

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

COMO SE CERTIFICAR EM SAP HANA? The Stone Path

Uma hora dessas aprendo esse SAP HANA... e, caso aceitem uma dica na jornada rumo à certificação em HANA (não S/4HANA), e, dessa forma poder contribuir no processo de transformação digital das empresas, são 2 os cursos HANA mandatórios que você deve considerar: HA100 e HA300
  • HA100 - SAP HANA Introduction
  • HA150 - SQL and SQL Script Basics for SAP HANA
  • HA240 - Authorization, Security and Scenarios
  • HA300 - SAP HANA Modeling
  • HA350 - SAP HANA Data Provisioning
  • HA200 - SAP HANA Installation & Operations
  • HA400 - ABAP Programming for SAP HANA
  • HA450 - Application Development for SAP HANA
  • SLT100 - Real-time Replication with SAP LT Replication Server
  • BW362 - SAP BW powered by SAP HANA
  • WBRTD1 - SAP TDF - Processos Fiscais

Fonte Complementar 1: O que é SAP HANA?
Fonte Complementar 4: What do you want to learn today?
Fonte Complementar 5: Certificações SAP HANA
Fonte Complementar 6: Cursos Open SAP - HANA 
Fonte Complementar 7: SAP Certification Day 2017

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

BRASIL FAZ TESTE DE TELEFONIA 5G, QUE PROMETE LEVAR INTERNET MAIS LONGE

Pesquisadores de Minas desenvolvem nova geração de internet móvel. Alcance de até 50 quilômetros pretende melhorar sinal principalmente em áreas rurais. 
Comentários:
A entrada de dispositivos IOT serão muito mais exploradas com a capacidade do 5G.

terça-feira, 29 de agosto de 2017

CABOTAGEM: CONCEITO E UTILIZAÇÃO NO BRASIL

CONCEITO E HISTÓRICO DA CABOTAGEM
Cabotagem é a navegação entre portos do mesmo país utilizando as vias marítimas ou vias navegáveis interiores. Ela se contrapõe a navegação de longo curso. Logo, nesse trajeto, não se perde a costa de vista.

O termo cabotagem é derivado do nome Caboto, um navegador Veneziano do século XVI, que explorou a costa da America do Norte, cujo nome era Sebastião Caboto. Ele adentrou o Rio Prata em busca da Mística Serra da Prata por um período de dois anos. Em função desse feito na navegação, esse deslocamento costeando o litoral recebeu o nome de Cabotagem.

CABOTAGEM NO BRASIL

Atualmente 2/3 das cargas são transportadas pelo modal rodoviário no Brasil. Historicamente o país foi favorecido com incentivos para a construção de rodovias. A partir de 1920, por intermédio dos Estados Unidos, maior produtor de veículos automotores, houve um grande financiamento para a abertura de estradas. Sendo assim, não houve espaço para o desenvolvimento de outras modalidades. O sistema ferroviário, da época, entrou em decadência por falta de investimento.

Após a crise de 1929 a indústria automobilística norte-americana viu no mercado brasileiro um grande potencial. Começou a introduzir as montadoras e importadoras no final da década de 50. Ao longo dos anos os governos continuaram dando prioridade ao modal rodoviário que sempre recebeu mais incentivo em detrimentos a outras modalidades.

VANTAGENS
O Brasil é um País favorecido para a navegação por suas condições naturais de costa navegável. São cerca de oito mil quilômetros de costa, mais de 40 mil quilômetros de vias potencialmente navegáveis. Existem 34 portos, e desse total 08 portos estão na Região Sul, 05 na Norte, 10 na Sudeste e 11 na Nordeste.

Além disso, existe uma grande concentração da população no litoral em detrimento ao interior do País. Cerca de 80% da população brasileira vive em até 200 km da costa litorânea.

A cabotagem é um dos meios de transportes menos poluentes além da baixa ocorrência de acidentes, consolidação do contêiner como facilitador do transporte de carga e uma maior capacidade de transporte. Além de maior segurança, pois a bordo a carga esta menos sujeita a roubos e assaltos como acontece nas rodovias.

A figura 1 mostra a extensão das linhas navegáveis, por cabotagem, no território brasileiro.
Figura 2 – Mapa com as linhas de cabotagem no litoral brasileiro

DESVANTAGENS
Muitos são os entraves que afetam o desenvolvimento do transporte de cabotagem no país. A burocracia, pois embora o transporte seja de carga domestica, de porto a porto, o setor é tratado como se fosse de comercio exterior, com inspeção da Anvisa e da Policia Federal.

A falta de integração dos modais, o elevado tempo do transporte, a baixa frequência dos navios, a pouca confiabilidade nos prazos e a indisponibilidade de rotas.

Outro fator que impede o crescimento da cabotagem é o preço do bunker (combustível), pois tem incidência de impostos. Enquanto o diesel tem preço subsidiado pelo governo, o combustível da cabotagem sofre todas as interferências do mercado internacional. Representa entre 20 e 30 por cento do custo operacional.

A cabotagem requer navios com bandeiras brasileiras e a produção nos atuais estaleiros está atendendo a demanda do setor de petróleo e gás do pré-sal.

No Brasil só é permitida para empresas brasileiras de navegação autorizadas pela agencia de Nacional de Transporte Aquaviários (Antaq), ou navio estrangeiros fretados por essa empresa, a tripulação deve ser composta por no mínimo 2/3 de brasileiros. A figura 2 mostra o crescimento da cabotagem nos anos de 2010 a 2012. Esse tipo de transporte ainda representa menos de 10% da matriz brasileira. 

Figura 2 – Mostra o comparativo entre o percentual do transporte por cabotagem e outras modalidades

3 FUTURO DA CABOTAGEM
No Brasil, os números de transportes por cabotagem, ainda estão aquém do esperado, tendo em vista seu potencial geográfico para explorar essa modalidade de transporte. Nos últimos anos houve um crescimento médio de 8% em volumes movimentados e um crescimento estimado de 7,6% até 2021. Esse número só poderá ser atingido até 2021 se os principais obstáculos forem atacados.

Segundo analise feita pela ILOS, de 100 empresas entrevistadas, 68% pretendem aumentar a utilização da cabotagem em sua participação total do volume movimentado. Dentre essas empresas estão o segmento de maior valor agregado como higiene e limpeza, cosmético e farmacêutico.

O mercado de cabotagem ainda esta em grande parte concentrados nos produtos tipo granel (sólido e líquido), que é viabilizado e operacionalizado por empresas bem especificas. 

De maneira geral, existem vários estudos que indicam a cabotagem como uma forma muito viável de transporte de longa distancia por todas as vantagens já apresentadas, tem potencial para ser 6,5 vezes maior do que é hoje.

Com o desenvolvimento das regiões norte e nordeste, pois antes não tinha uma demanda muito grande, a cabotagem para longa distancia vem ganhando mais espaço.

Nos últimos anos os portos do Suape (PE) e Vila do Conde (PA) foram os que apresentaram o maior percentual na tonelagem movimentada por cabotagem. Entretanto Manaus, Santos (SP) e Paranaguá (PR) são apontados como os portos com maior potencial de envio de cargas de cabotagem. 

Fonte: pesquisa ILOS 2012
Figura 3 – Portos com maior potencial para envio de cargas por cabotagem

Existe uma grande demanda por mão de obra marítima. De acordo com a ANTAQ (Agencia Nacional de Transporte Aquaviários), essa é uma responsabilidade da marinha, que esta tomando providencia para aumentar o numero de profissionais marítimos a cada ano.

Com investimento para diminuir as limitações que estão atrapalhando o desenvolvimento desse modal, o Brasil terá um grande desenvolvimento, uma vez que as empresas beneficiadas se tornarão mais competitivas. Isso consequentemente refletirá no desenvolvimento do país.

Referências
Revista Mundo Logístico - Cabotagem – Ed. 38 – Jan e Fev/ 2014

domingo, 27 de agosto de 2017

MEDIDAS DE SIMPLIFICAÇÃO TRIBUTÁRIA

Foi realizado na Segunda-feira (07/08/2017) o Fórum de Simplificação e Integração Tributária, evento promovido pela Receita Federal, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Encontro Nacional de Administradores Tributários (ENAT).

No evento, que aconteceu no auditório da CNI em Brasília, foram apresentadas iniciativas de integração entre administrações tributárias dos três níveis da federação, que ampliam eficiência na gestão e garantem simplificação de obrigações tributárias aos contribuintes.

O ministro da Fazenda Henrique Meirelles, que presidiu a abertura do Fórum, e o secretário da Receita Federal, auditor-fiscal Jorge Rachid, apresentaram quatro medidas de simplificação tributária, que fazem parte da agenda microeconômica do governo e que irão reduzir custos para as empresas e melhorar o ambiente de negócios do país.

Segundo o ministro, a simplificação e integração tributária trará como consequência um aumento significativo da capacidade competitiva e de produção do país, "com a racionalização de recursos da União, estados, municípios e setor privado, ao eliminar as redundâncias, através do alinhamento de toda a estrutura tributária" nacional. De acordo com ele, o Sped e a certificação digital significaram "um avanço enorme" do sistema. O ministro concluiu dizendo que o Portal Único de Comércio Exterior trará "um redesenho do processo de exportação e importação do país, ao eliminar os atuais gargalos existentes", e que a TI (Tecnologia da Informação) tem sido fundamental em todo processo de melhoria tributária.

Já o secretário Jorge Rachid iniciou sua fala elogiando a atuação do ministro Meirelles no setor, ao ressaltar que o titular da Pasta “abraçou a idéia do Fórum desde o início”. Segundo ele, o evento será de vital importância “para a continuidade dos avanços em torno da simplificação tributária e da integração entre União, estados e municípios”, e revelou que a idéia do fórum surgiu no último Enat (Encontro Nacional de Administradores Tributários), acrescentando acreditar "nos frutos do projeto, ao contar com a parceria de todos".

Ao abrir o encontro, o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, destacou a importância que a simplificação e integração tributárias trarão em termos de “redução de custos no pagamento de impostos”. Segundo ele, as empresas gastam atualmente cerca de 32% de seus recursos somente com os custos burocráticos existentes para pagar impostos, entre eles a “existência de 27 legislações diferentes somente para o ICMS”. Para ele a criação do Portal Único com esse objetivo “é um marco no setor, e nos dá esperança de grandes mudanças”.

O Fórum contou com a presença dos representantes de Estados, DF e Municípios que participarão da primeira etapa de implantação dos projetos de integração e simplificação, representantes das empresas e entidades que participam do ambiente colaborativo do SPED (Sistema Público de Escrituração Digital) e de líderes de entidades representativas das administrações tributárias estaduais, distrital e municipais, bem como de entidades empresariais e de prestação de serviços.

As medidas foram detalhadas em Painéis durante a tarde. Além da apresentação de palestras e debates, também foram realizadas assinaturas de protocolos de cooperação entre a Receita Federal e as outras entidades partícipes. Os quatro Painéis foram assim divididos:

NOVA FASE DO SPED
O Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) foi instituído em janeiro de 2007 e unifica a forma de prestação e guarda das informações de interesse fiscal e inova a relação entre o Fisco, entidades reguladoras, empresas e sociedade, tornando-se referência mundial. O sistema abrange não apenas documentos fiscais, mas escriturações que apuram a totalidade dos tributos pátrios.

Em sua nova fase, o Sped proporcionará aos contribuintes a simplificação no cumprimento das obrigações acessórias, implicando um melhor ambiente de negócio para as empresas no país. Adicionalmente, o compartilhamento de informações entre os fiscos promoverá maior eficiência na captação e no tratamento das informações prestadas pelos contribuintes.O Sped é o caminho para a eliminação de obrigações redundantes e para a diminuição do custo de conformidade tributária.

SIMPLIFICAÇÃO DE OBRIGAÇÕES TRIBUTÁRIAS ACESSÓRIA
O ambiente de negócios nacional ainda convive com mais de 30 declarações regionais, que possuem alto nível de redundância com as informações prestadas ao Sistema Público de Escrituração Digital (SPED).

O compromisso das Administrações Tributárias a fim de racionalizar a prestação das informações e desenvolver funcionalidades de integração, substituindo as declarações e os formulários estaduais pelo Sped, conforme protocolo de cooperação assinado no âmbito do ENAT, é um dos elementos chaves do aumento de eficiência e melhoria do ambiente negocial.

A simplificação do cumprimento das obrigações tributárias em nível federal e estadual visa à desburocratização e reduz a quantidade de informações exigidas, as horas gastas e o custo Brasil, nivelando os padrões brasileiros àquele dos países com ambiente econômico equivalente.

NOTA FISCAL DE SERVIÇOS ELETRÔNICA
O projeto da Nota Fiscal de Serviços eletrônica (NFS-e) visa à regulamentação de um padrão nacional para emissão de NFS-e, à construção de um repositório para controle das NFS-e expedidas e à disponibilização de emissor de nota público, inclusive em versão mobile, nos termos do protocolo de cooperação assinado no âmbito do ENAT. Atualmente coexistem cerca de 5.570 legislações e Notas Fiscais de Serviços diferentes, uma para cada município. As empresas enfrentam o grande desafio de conhecer e adimplir tantas obrigações acessórias distintas.

O objetivo do projeto é aumentar a competitividade das empresas brasileiras pela racionalização das obrigações acessórias (redução do custo-Brasil), o que inclusive fomentará novos investimentos. Além disso, o projeto beneficia as administrações tributárias padronizando e melhorando a qualidade das informações, racionalizando os custos governamentais e gerando maior eficiência na atividade fiscal.

PORTAL ÚNICO DO COMÉRCIO EXTERIOR: PAGAMENTO CENTRALIZADO
O Portal Único do Comércio exterior é uma plataforma que racionaliza a atuação dos órgãos intervenientes no Comércio Exterior, sendo o único ponto de entrada para encaminhamento de documentos ou dados exigidos para importação, exportação ou trânsito de bens, simplificando e integrando o desembaraço das mercadorias e aumentando a participação do Brasil no comércio internacional.

O despacho sobre águas e o pagamento centralizado são dois dos projetos que integram o Portal Único. O Portal irá propiciar uma grande celeridade no trânsito das cargas pela Alfandega e garantir uma redução de 38% do tempo para exportar e 41% do tempo para importar, representando uma redução de custo em média de 0,8% do valor da mercadoria ao dia.

No evento, foram assinados protocolos de cooperação entre Estados e a Receita federal para o desenvolvimento do pagamento centralizado no Portal Único do Comércio Exterior. A expectativa é abreviar em ao menos dois dias o tempo para exportar e importar, e reduzir em média 0,38% do valor da mercadoria ao dia.

Nova Fase do Sistema Público de Escrituração Digital - SPED

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

6 DÚVIDAS SOBRE CLOUD COMPUTING

1. CLOUD COMPUTING É O MESMO QUE VIRTUALIZAÇÃO?
Não. Apesar de ambos se relacionarem, não são a mesma coisa. Enquanto a virtualização se baseia no resultado da manipulação de hardwares por meio de um software específico no local, a cloud computing oferece uma estrutura com softwares de trabalho hospedado online, sem estrutura física (hardwares).

2. QUE CUSTOS PODEM SER REDUZIDOS COM A NUVEM?
Toda a sua estrutura física pode ser reduzida. Ao migrar os sistemas para a nuvem, a aquisição de servidores, manutenções e atualizações deles, bem como os equipamentos de refrigeração do ambiente não serão mais necessários.

Também não será preciso se preocupar com espaços para acomodar essa infraestrutura.

3. AS OPERAÇÕES NA NUVEM SÃO ESCALÁVEIS?
Sim. Fornecedores de cloud computing oferecem uma estrutura com espaços, recursos e ferramentas na medida certa para atender as suas demandas momentâneas, podendo ser expandida ou retraída conforme a necessidade.

Com isso, você só paga pelos recursos e espaços que usar, tornando o serviço mais acessível e com valores mais justos.

4. COMO SABER SE A CLOUD COMPUTING É SEGURA?
Um bom fornecedor de cloud computing oferece recursos e procedimentos de segurança como a criação de senhas fortes e criptografadas, criptografia dos dados, acessos limitados a pessoas devidamente autorizadas, sistemas de backups automatizados e com cópias espalhadas por servidores auxiliares etc.

Então, antes de escolher um fornecedor de cloud, verifique se ele oferece esses requisitos de segurança.

5. O QUE PODE SER MIGRADO PARA A NUVEM AGORA?
A necessidade de cada empresa estabelecerá o que é importante migrar primeiro, mas recursos de armazenamento, segurança, balanceamento de carga, backup automático e e-mail corporativo podem ser potencializados com soluções cloud.

Os benefícios da Cloud são notórios, e isso é comprovado pelo volume crescente de empresas que aderem a esse modelo.

6. COMO CRIAR UMA ESTRATÉGIA DE MIGRAÇÃO?
Migrar a sua infraestrutura de TI para a nuvem exige planejamento. Para isso, os passos essenciais são os seguintes: 
  • listar quais aplicações vão para a nuvem; 
  • definir e configurar os padrões de segurança para o acesso e proteção contra perda de dados; 
  • realizar testes na nuvem antes de migrar os sistemas e dados reais; 
  • treinar a equipe de profissionais envolvida no processo. 
Lembrando que é sempre bom contar com o apoio de uma empresa especializada no assunto para garantir que todas as etapas desse processo sejam executadas com tranquilidade e segurança.

Agora que esclarecemos as principais dúvidas sobre cloud computing, você já pode dar início a um planejamento de migração com sucesso e promover um crescimento sustentável para o negócio. 

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

SAP: HOW YOU CAN DEFINE INPUT FIELDS WITH A DEFAULT VALUE

Very often, when you work with the same Company Code, the same Cost Center or the same Purchase Organization (the list can be very large) you always enter the same value when you have to complete these fields. This makes you waste time, since having some fields always with a default value would save you some minutes.




Well, in fact, this is very easy to solve. I will show you this with one specific field. You can apply this to many input fields, not to all of them. In case you work always with the same Company Code, do the following:


1) Find a transaction where you have this input field available. For example: F-02

2) Press F1 (Help) on the field and then choose “Technical Info”

3) A small window will appear. Look to the field “Parameter ID” and write down the value that you see there. In this case, the value is “BUK”. Remember this for the following steps

4) Access transaction SU3 (Maintain User Profile) and click on the “Parameters” tab

5) Go to the bottom of the list and firstly add manually the “Parameter ID” (“BUK” in our case) and then the value that you need to have as default for the Company Code (“1509” in this case)

6) Save your entry

7) Be sure the entry is in your list after you save (search by alphabetical order)

8) Logout, login and enter F-02 again. You will see now that you have the Company Code already defined

Very easy, right? You just define it once and you save many minutes with this functionality.

Other useful fields to defined are: 
  • “Controlling Area” (CAC)
  • “Purchasing Group” (EKG)
  • “Purchasing Organization” (EKO)
  • “Business Area” (GSB)... 
...and many other that may apply to your daily operation. Just follow the previous fields to add them to your profile.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

MERCADO DE BIG DATA - EDIÇÃO DE AGOSTO DA PARTNERSALES

ANÁLISE E OPORTUNIDADE PARA AS REVENDAS DE TI
Com projeção de movimentar mais de US$ 840 milhões em vendas este ano no Brasil, o mercado de Big Data e Analytics está cada vez mais presente no debate das empresas. Este é um campo que ainda está começando a crescer. Até 2020, por exemplo, a expectativa do IDC é de que este segmento mais que dobre seu faturamento por aqui, impulsionado por conceitos com Internet das Coisas e Computação em Nuvem.

Na próxima vez em que você utilizar seu smartphone para checar qual é o trajeto mais rápido do trabalho para casa, lembre-se de que seu aplicativo está usando e analisando uma série de dados e metadados gerados por carros, sistemas de GPS, redes de segurança etc. E sabe por que você deve lembrar disso? Porque o responsável por boa parte dessa demanda é o Big Data, e ele poderá ser uma grande oportunidade também para sua revenda de TI.

A razão para este pensamento é simples: o Big Data tem se mostrado como uma questão imperativa para o futuro das organizações – ou seja, de seus clientes. Afinal de contas, todos os dias uma verdadeira enxurrada de dados é gerada por consumidores e processos internos em cada uma dessas operações. E saber lidar com isso, ao que parece, não é mais uma questão de escolha para as companhias.

Na prática, isso quer dizer que, enquanto mercados como o de Hardware vivem uma era de estagnação e queda, o cenário de Analytics e dos grandes dados está se expandindo. De acordo com o IDC, por exemplo, a expectativa é de que, em 2017, este mercado movimente mais de US$ 840 mi, somente no Brasil. E este é só o começo de uma jornada.

Isso porque, segundo a consultoria, apenas pouco mais de 10% das empresas investem de fato em tecnologias inovadoras, que incluem a Internet das Coisas (IoT), Blockchain e Analytics, entre outras. Até 2020, no entanto, as projeções indicam o aumento significativo desse montante, o que deverá ajudar a pelo menos dobrar os resultados deste segmento no país.


UM MERCADO CONSCIENTE, MAS EM DESENVOLVIMENTO
Mesmo se você acha que as discussões sobre IoT, Nuvem e afins estão mais acaloradas e presentes nas reuniões das empresas, a verdade é que muito tem sido feito para colocar a análise de dados dentro das companhias. “A adoção de Big Data é parte essencial para a transformação de TI, sendo importante para a criação de diferenciais competitivos e uso inteligente das informações”, avalia Luiz Gustavo Andrade, gerente sênior de Produtos para a área de soluções de Data Center da Lenovo.

A expectativa, porém, é que essa possibilidade de negócio – que hoje já vem ganhando espaço – se posicione com ainda mais destaque nos próximos anos. Por isso, a Lenovo acredita que essa área represente de 8 a 12% do faturamento da área de TI em 2018.

Mais do que números em profusão, o fato é que este mercado deve também ganhar em importância para o debate de tecnologia no Brasil. “O Big Data deixou de ser algo que era restrito a grandes corporações e institutos de pesquisa para, hoje, ser muito mais acessível às organizações de diversos tamanhos no Brasil”, avalia Rodrigo Guercio, diretor de Soluções e Tecnologia da Hewlett Packard Enterprise (HPE).

Na visão do executivo, já é possível que empresas de todos os segmentos possam tirar proveito da análise massiva de dados. “Existem inúmeras aplicações disponíveis. Há, por exemplo, soluções que podem ajudar as companhias a conhecerem, avaliarem e responderem melhor a seus clientes”, diz o diretor, que destaca também as soluções voltadas à gestão empresarial ou de produto como oportunidades em ascensão.

Guercio salienta, ainda, que o trabalho da HPE tem sido justamente o de atender essas demandas. “Temos ajudado muitos clientes a identificar qual é a melhor tecnologia e estratégia de consumo, assessorando como extrair e processar as informações que são críticas para o negócio”, enfatiza. Para entregar esse apoio, a companhia adotou um plano de ação que inclui a aquisição de soluções complementares, como a SGI, e a definição de parcerias com fornecedores de softwares específicos.

Outra desenvolvedora que foca a entrega de ferramentas fim a fim é a Cisco. A fabricante acredita que o conceito de Big Data está em evolução no mercado brasileiro, com as empresas avançando do estágio de experimentação para a utilização mais intensa dos recursos de análise de dados. “Mas ainda há muita coisa por vir ainda quando o assunto é Big Data”, pondera Erike Souza, consultor de Engenharia-Datacenter da Cisco Brasil.

O executivo respalda sua opinião justamente a partir da tendência de expansão da Internet das Coisas. “Este mercado deve dar impulso ainda maior para o conceito de Big Data, com máquinas e dispositivos capturando dados que precisam ser armazenados e processados nos data center corporativos ou em ambientes cloud”, explica.

Nesse cenário, ter soluções simples e confiáveis para se integrar os dados é essencial. E é isso que a companhia prepara com a arquitetura de servidores Cisco UCS, que foi desenhada para garantir expansão e automatização dos ambientes de data center de forma ágil. “Além disso, temos alianças e integrações de nossas soluções de infraestrutura para data center com diversas distribuições Hadoop, como Cloudera, Splunk, MapR, Hortonworks e SAP”, observa Souza.


BIG DATA: A JORNADA PARA O RESULTADO
Na visão da IBM, a utilização dos dados será essencial para quem quiser aproveitar as vantagens competitivas da tecnologia. “O mercado de Analytics já tem mostrado uma enorme relevância para os negócios. Mas isso ainda é só o começo: em pouco tempo, e ainda mais com a Nuvem e o IoT se fortalecendo, o Big Data será um fator não apenas de caminho para as empresas, mas, sim, um verdadeiro gerador de resultados e estratégias”, diz Paschoal D’Auria, executivo de Analytics da IBM Brasil.

O ponto de vista do especialista é válido, inclusive, para a própria desenvolvedora. “Em termos globais, o setor em que a análise de dados está inserido representa cerca de 40% de todo o faturamento global de nossa empresa”, diz Paschoal. Para tanto, a fabricante aposta no desenvolvimento de um portfólio completo para atender a demanda por análise, armazenamento e otimização das informações.

Já para a Oracle, com a migração da fase de testes para o uso real do Big Data nas empresas brasileiras, cresce a demanda por retorno e resultado. “Não adianta apenas coletar informações e armazená-las em um repositório. É preciso utilizar esses dados com análise e soluções que, de fato, ajudem a melhorar o negócio do cliente”, destaca Marcio Gadaleta, diretor de Desenvolvimento de Negócios para Big Data & Analytics na Oracle do Brasil.

A companhia tem trabalhado em plataformas de gerenciamento que são vendidas no formato de “as a service”, com opções que miram atender empresas de todos os tamanhos. “O Big Data não é só o Hadoop, com dados estruturados. Nosso objetivo e desafio é atender e provar o valor da análise de informações não-estruturados, de acordo com a demanda do cliente”, fala Gadaleta.

Nesse mesmo sentido, Rui Botelho, vice-presidente de Vendas para Core Industries da SAP Brasil, pontua que a utilização de conceitos e soluções de Big Data pelas empresas brasileiras já é uma realidade, sobretudo em setores que precisam de grandes volumes de informação para tomada de decisões mais precisas. “Com novas tecnologias ganhando escala nas empresas, a produção de dados está crescendo de forma exponencial. Por isso, temos investido no Brasil, com soluções abrangentes para o mercado de Big Data, como o SAP Vora, que permite analisar e enriquecer dados distribuídos e que estejam na empresa ou em ambientes externos, em Hadoop”, observa. A ideia da companhia é oferecer soluções em tempo real, como a Plataforma Hana, para ajudar os clientes a terem mais resultados.

A preocupação pela capacidade de provar o valor das informações é tanta que muitos especialistas defendem não apenas a utilização do Big Data mas, sim, de qualquer dado – por menor que ele seja. “Empresas de todos os segmentos do Brasil estão cada vez mais abertas à adoção de projetos de dados. Eu, inclusive, nem usaria mais o termo Big Data, pois o mais importante é ter uma cultura centrada em dados na sua organização, sejam estes dados ‘Big Data’ ou small data”, diz Weber Canova, vice-presidente de Tecnologia da TOTVS.

O executivo afirma que a projeção para os próximos anos é que todas as indústrias adotem dados e inteligência artificial em todos os seus processos. “As que não adotarem ficarão para trás e eventualmente não existirão mais”, ressalta. Por isso, a TOTVS tem criado soluções por vertical que combinam dados e inteligência (o mercado chama de Intelligent Apps). “Com isto, queremos democratizar o acesso a dados e inteligência, bem como ajudar nossos clientes a terem uma cultura centrada em dados”, agrega Canova.

Como uma empresa de soluções, a Lenovo tem como princípio alianças com os líderes da indústria em diversos segmentos, incluindo Big Data, para justamente alicerçar e favorecer a adoção das novas opções de TI. “Com isso, trabalhamos para proporcionar aos nossos clientes um portfólio completo, flexível e adaptável às demandas atuais e futuras”, conta Andrade.

Baseada em um portfólio de ponta a ponta, a oferta da companhia propõe adicionar uma camada de serviços profissionais aos clientes. “Dessa forma, a Lenovo consegue permitir que clientes de todos os portes tenham acesso a qualquer solução na medida certa”, observa o gerente.


OS DESAFIOS DO BIG DATA E ANALYTICS
Por outro lado, a utilização desse volume de informações gera também novas questões para as empresas. “A tecnologia de Big Data implica, necessariamente, em um volume maior de dados trafegando e sendo processado pela infraestrutura de TI tradicional, muitas vezes criando “gargalos” que não foram mensurados e planejados com antecedência”, fala Eduardo Lopes, country manager da Riverbed no Brasil.

O primeiro desafio é o da performance de negócios, que viabiliza a adoção de estruturas de Big Data minimizando e aliviando o risco da adoção de novas tecnologias no ambiente de TI atual. “A solução SteelCentral provê visibilidade de arquiteturas utilizadas e associadas ao Big Data, assim como ela própria utiliza-se da tecnologia. Com isso, fornecemos a coleta de todas as métricas de negócio, seja de aplicações ou de infraestrutura de rede, não utilizando técnicas de sampling”, explica Lopes, ressaltando o posicionamento da Riverbed nesse horizonte.

Outro dos gargalos de quem quer começar a usar o Big Data é a disponibilidade dos dados. “As aplicações de Big Data e Analytics implementadas em data centers privados e departamentos de TI precisam garantir sua disponibilidade 24x7x365 para evitar impactos nos negócios e nas operações”, lembra Alexey Strygin, diretor de pré-vendas da Veeam para a América Latina.

O trabalho da companhia, a partir dessa ótica, é oferecer uma solução mais ágil e eficiente, sem perdas ou falhas de acesso. “A Veeam combina um conjunto único de recursos em uma solução que ajuda as organizações a evitar paradas nos sistemas e perda de dados, atingir objetivos de ponto e tempo de recuperação de menos de 15 minutos, enquanto diminui significativamente os custos de proteção de dados”, conta Strygin.

As soluções de disponibilidade da Veeam são projetadas para simplificar as operações de backup e recuperação de dados e atingir a visibilidade do data center com monitoramento integrado, relatórios e ferramentas de planejamento de capacidade.

Se falando de Brasil, também é preciso destacar a crise econômica e política como um fator a ser considerado pelas companhias na hora de adotar novas soluções de tecnologia. Segundo estudos elaborados em Harvard, nos Estados Unidos, por exemplo, a transformação digital colocada em prática nos últimos anos tem dois lados: a mudança completa dos processos de produção e, também, a necessidade de se modernizar todo o ambiente legado. E isso, claro, tem seus custos.

Por isso, Gustavo Mendes, Systems Engineer da Esy, distribuidora especializada em soluções de tecnologia, ressalta que as empresas brasileiras têm apostado em Big Data como uma forma de redução de custos - e isso tem colocado o Brasil como o principal país da América Latina que investe no segmento, representando 46% deste mercado no último ano. “Graças a isso e a transformação digital, as projeções são excelentes para o segmento, inclusive com crescimentos exponenciais no uso da análise de dados”, resume.

Outro caminho, além da redução de custo e melhora de desempenho, é a possibilidade de incluir novas avaliações e insights para os negócios dos clientes. “A ideia de analisar grandes volumes de dados não estruturados é relativamente nova no panorama da TI. Ela vem, entretanto, ganhado força e se traduzindo em aplicações concretas de forma bastante rápida”, observa Marcelo Murad, diretor de Produtos e Engenharia da Westcon.

O executivo avalia que essa oportunidade deve ser levada em consideração pelos canais. “Temos desenvolvido os canais para que se engajem com os fabricantes que oferecem essa solução e conheçam todo o seu potencial”, avalia, lembrando que uma das metas da Westcon é ter no portfólio soluções de Analytics que multipliquem as opções de ganhos à disposição das revendas.


QUAL O PAPEL DOS CANAIS NESSE CONTEXTO?
Mostrar os potenciais ganhos das novas tendências de TI e deixar claro que estes recursos já são suficientemente acessíveis para qualquer nicho e porte de cliente. Este é o principal desafio das revendas no quesito “adoção do Big Data”. É preciso dizer, contudo, que esta tarefa não esconde, nem substitui, outra missão fundamental dos parceiros: conhecer bem as soluções disponíveis no mercado.

“É importante que a revenda se posicione como um parceiro estratégico do cliente, compreenda sua demanda e desenhe uma solução aderente a necessidade”, fala, Souza da Cisco. Com esse tipo de posicionamento, o executivo acredita que o canal pode não apenas atender a uma demanda pontual, mas também evoluir sua presença no cliente ao longo de todo o ciclo de vida da solução.

Ronaldo Miranda, da Arrow ECS, agrega que a oportunidade está principalmente em construir soluções de TI que atendam às necessidades de cada cliente. “Uma vez que as empresas estão buscando adaptar seu parque de TI às tendências como Big Data e tudo que as cerca, com Cloud Computing, Software as a Service e extrema segurança”, salienta.

A distribuidora, que nos últimos meses vem apresentando diversas parcerias e ações para reforçar o portfólio à disposição dos canais, aposta em um sólido programa de capacitação e treinamento para nutrir as revendas e integradoras nesta missão de solidificar o conhecimento na área.

Quem também tem trazido novidades para os parceiros é a Ingram Micro. A companhia anunciou, em junho, um plano de investimento para os próximos três anos, que prevê a aplicação de mais de US$ 10 mi na América Latina. Entre os principais focos da companhia está o impulsionamento dos negócios no setor de Big Data e infraestrutura convergente.

Leonardo Ganino, diretor executivo da Ingram Micro, afirma que a prioridade da distribuidora, para estas áreas, é ajudar os canais a terem mais ferramentas e opções para ganharem com a análise de dados e suas oportunidades. “Nós temos visto um grande crescimento de nossa unidade Advanced Solutions na América Latina como um todo e acreditamos que o melhor ainda está por vir”, reforça. 

Para isso, o fato é que o canal deve sempre ouvir os clientes e entender o tipo de negócio da empresa. “Desta forma é possível identificar os desafios e a abordagem que a empresa deseja fazer”, completa Mendes, da Esy.

E onde estão essas oportunidades? Mario Tiellet, vice-presidente de Vendas para Canais da SAP Brasil, afirma que a meta das integradoras deve ser traduzir, o volume de dados das empresas em soluções capazes de gerar diferencial competitivo nas organizações nas áreas de marketing, finanças, produção, logística e vendas. “A oportunidade de criar novas receitas para os canais está na proposta integrada ao cliente, plataforma de Big Data/Analytics em conjunto com modelos pré-configurados com painéis mostrando indicadores essenciais para a área de gestão, reduzindo assim tempo de projeto e acelerando o uso da solução”, conta.

Para preparar esse conhecimento prático, algumas fabricantes vêm desenvolvendo ações constantes de capacitação. Esse é o caso da IBM, que oferece um programa de treinamento dedicado à área, com o Big Data University. “O canal é nosso grande parceiro para levar o Big Data para os clientes. Por isso, oferecemos uma série de apoios, com a missão de capacitar e criar o conhecimento necessário para quem venderá essas soluções às empresas e consumidores”, diz Paschoal.

Dessa forma, se você vende TI e quer ganhar com o Big Data, a ideia deve partir da demanda de seus clientes. Isso, somado ao conhecimento técnico e o apoio dos fornecedores, é que poderá gerar, para seu canal, muito mais do que uma boa venda – mas, sim, uma grande projeção de sucesso!
Fonte: MERCADO DE BIG DATA - EDIÇÃO DE AGOSTO DA PARTNERSALES

segunda-feira, 31 de julho de 2017

EFD REINF: PUBLICADO MANUAL DE DESENVOLVEDOR + AMBIENTE DE HOMOLOGAÇÃO

Foi disponibilizado no dia 17/07/2017, o ambiente de produção restrita da EFD-Reinf. Sua utilização deverá ser realizada inicialmente pelas empresas de Tecnologia da Informação - TI, no período de 17 de julho a 06 de agosto de 2017. Após esse período, todos os demais contribuintes poderão ter acesso a esse ambiente.

Com isso, as empresas terão a oportunidade de validar a adequação de seus sistemas para transmissão de informações à EFD-Reinf nos leiautes estabelecidos, cuja obrigatoriedade se iniciará em janeiro de 2018 para as empresas com faturamento superior a R$78 milhões e em julho de 2018 para as demais.

Para tanto, está disponível o manual para desenvolvedores, com todas as diretrizes de uso do ambiente restrito.

Já está disponível também, um canal de comunicação com a equipe de suporte para que seja feito o registro das ocorrências reportadas pelas empresas que utilizam o ambiente. Não haverá uma resposta direta ao contribuinte através deste canal, mas os questionamentos recebidos serão convertidos em um "Perguntas e Respostas" que ficará disponível no link "Perguntas Frequentes": http://sped.rfb.gov.br/pagina/show/2246

  • A publicação é voltada aos desenvolvedores de soluções de TI para os contribuintes obrigados à EFD-Reinf. 
  • Por meio do manual, o desenvolvedor encontra explicações com todas as diretrizes necessárias ao uso do ambiente restrito.
  • Para ter acesso ao manual, clique aqui.

terça-feira, 25 de julho de 2017

O PRÓXIMO PASSO DO ATENDIMENTO DIGITAL: OS CHATBOTS

Desde que o multichannel virou pauta de reunião da alta cúpula da empresa e o SAC 2.0 tornou-se iniciativa obrigatória para aquelas que querem se manter na excelência do atendimento, muito se discute sobre qual o melhor formato para tal e o tempo que um usuário pode esperar para ser respondido na internet.

Nos últimos três ou quatro anos, o atendimento online ganhou força e hoje em dia você tem muitas portas de entrada e links para ter sua reclamação lida: desde os disponibilizados pela própria empresa, até sites terceiros como o ReclameAqui. De lá para cá, isso evoluiu e na maioria dos grandes e-commerces você consegue ir até o inbox do Facebook e ser ouvido, sem aquela parte chata da URA no telefone ou longos formulários a serem preenchidos. E a resposta que chega na janelinha do Facebook geralmente vem no mesmo tom: respeitoso e em algumas lojas, algo mais descolado.

Só que nem sempre você é respondido rapidamente: o que geralmente se espera quando nosso pedido não foi entregue, chegou outra coisa ou chegou o produto certo, mas veio danificado. A agilidade em uma resposta via inbox é o que estamos acostumados quando conversamos com os nossos amigos, e se a marca quer estar naquele mesmo canal que os nossos amigos, é como esperamos que ela se comporte.

Eu tive problemas com um grande varejista tempos atrás. Enviei inbox, ReclameAqui e preenchi aquela avaliação péssima no e-mail automático da empresa. Recebi três retornos de três pessoas diferentes; uma de cada canal (alô crosschannel, passou longe!) e a que mais demorou para me responder foi o inbox. Não os culpo, trabalho tempo suficiente nesse ramo para saber que se recebe um volume enorme de mensagens inbox por dia, outro tempão para mensagem chegar ao atendimento e ainda mais uma jornada para deixar um atendente suficientemente capacitado para contornar qualquer situação.

Diante de todos esses problemas de comunicação – e cada vez mais as pessoas querem resolver sua vida toda pela tela do celular -, surge um mecanismo que pode mitigar esse tempo médio de atendimento, ser ainda mais assertivo na identificação do problema, além de reduzir custos: o chatbot.


MAS O QUE É UM CHATBOT?
É a abreviação para a palavra robô em inglês (bot). Desde grandes multinacionais até startups, é uma inteligência artificial capaz de substituir parte do mercado de aplicativos e consiste em robôs virtuais que podem operar como um atendente da marca, executar tarefas como responder dúvidas de usuários até agendar a entrega de uma pizza, tudo isso dentro de um chat, sem necessidade de um aplicativo instalado.

O bot pode ter a capacidade de aprendizado: quanto mais mensagens ele recebe, mais ele identifica padrões e pode aprimorar as respostas dadas ao usuário. Segundo dados da Gartner, em 2018 mais de 3 milhões de trabalhadores no mundo serão liderados por robôs e 20% dos conteúdos consumidos pelas pessoas serão escritos por máquinas.

O Watson, da IBM, é o robô com mais inteligência artificial da atualidade. Ele consegue aprender tarefas e para o chatbot, pode aprender com os diálogos que trava com usuários e aprimorar suas respostas.

Quanto mais ele responde, mais ele pode responder com assertividade. Pesquise mais sobre o Watson, é um produto fantástico!

E JÁ TEM EMPRESAS USANDO?
Sim, lançado em maio de 2016 o Zak, robô musical do Superplayer, foi o primeiro no âmbito da música no Facebook Messenger. Em apenas um mês, sugeriu quatro milhões de músicas a usuários.

O Poupatempo, em São Paulo, começou a utilizar. Nos primeiros 26 dias de testes, o robô (chamado Poupinha) atendeu em média 5 mil pessoas por dia e trocou mais de 2 milhões de mensagens através do Messenger do Facebook e do Portal. Ele também fez mais de 45 mil agendamentos e recebeu 26.424 mensagens de agradecimento, algumas carinhosas ou até religiosas como “Deus te abençoe”(!).

Diversas outras empresas como Coca-Cola já estão adotando o uso dos bots e obtendo resultados expressivos.

COMO POSSO IMPLEMENTAR UM PARA MINHA EMPRESA?
Agora que você se interessou por adquirir um chatbot, pesquise por algumas empresas que já tiveram experiência com grandes clientes e que aprenderam com os erros: você terá antecipado alguns problemas. Aqui vão algumas dicas:
  • Encontre um fornecedor de chatbot que seja parceiro no projeto: fornecedor parceiro é aquele que vai te orientar e solicitar as informações no momento certo ao longo do projeto. A maioria das empresas ainda não tem toda uma base construída de perguntas e respostas para inserir na inteligência artificial.
  • Entenda a relevância de um atendimento realizado por um bot: o cliente está acostumado a usar tecnologia? Um atendimento mais frio (porém objetivo) trará uma boa imagem para a marca?
  • Em quais canais você vai implementar: o canal é favorável para tal? Tanto na tecnologia disponível para construção do bot, quanto do uso do ponto de vista do usuário, o canal precisa atender aos critérios para acolher um projeto como esse.
  • Dedique-se a enriquecer a inteligência do bot: quanto mais situações você conseguir prever, mais assertivo ele será.
  • Não há melhor atendimento que o de um humano: não enxergue a tecnologia como a solução de 100% das solicitações que chegarão até o seu canal. Nada melhor que um ser humano bem capacitado para conseguir contornar situações delicadas para a empresa.
  • Depois da experiência com o bot, qual o próximo passo do cliente? Isso é muito importante, porque de fato a experiência com a marca se firma na resolução final da dúvida/problema dele.
  • Monitore as primeiras semanas do bot, entenda se você precisa de analistas validando as respostas do bot antes delas serem enviadas aos usuários – e porque não editá-las? –, fazendo com que a inteligência do robô seja assertiva logo de cara.
  • Por último, comece pequeno e evolua ao longo do tempo: é o momento de testar e quando estiver seguro, alce vôos maiores!
Espero que você tenha gostado desse artigo e te desejo grande sucesso na construção do seu chatbot!
Fonte Complementar 1: Watson (computer)
Fonte Complementar 4: ChatterBot - Training

segunda-feira, 17 de julho de 2017

IMPLEMENTANDO TDF: CONDIÇÃO NAVS x BRF+

Pessoal... na minha opnião esse post do meu amigo Eduardo Chagas (e todas os outros tópicos que ele escreveu sobre o assunto estão citados abaixo em "Fontes Complementares") será sempre de grande importância para os consultores que pretendem fazer implementações de TDF ou S/4HANA estudarem as novas opções de determinação de Tax Code comparando a Condição NAVS e regra via BRF+:

Depois de você ter criado os cenários descritos nos documentos…
  1. Implementando TDF – Determinar Tax Code no Pedido de Compra – Tipo de condição NAVS
  2. Implementando TDF – Determinar Tax Code no Pedido de Compra usando o BRF+ – PARTE 1
Você deve estar se perguntando… Qual a vantagem ou desvantagem entre um e outro?

Na verdade você pode usar ambos conjuntamente! O sistema ira definir o tax code conforme a seguinte sequência:

  • Registro Info
  • Condição NAVS
  • BRF+ (ME_PROCESS_PO_CUST método PROCESS_ITEM)
*Caso tenha implementado os três cenários em paralelo você deve colocar uma tratativa seja na BAdI ou no BRF+ para não modificar o IVA caso o mesmo já esteja determinado seja pelo registro info ou pelo tipo de condição NAVS; ou mesmo redeterminar caso não tenha encontrado uma regra no BRF+.

Condição NAVS

Vantagem
A principal vantagem em usar o tipo de condição NAVS está na rastreabilidade. Como esta usa a técnica de condições é fácil rastrear a determinação do IVA através da análise de determinação da pricing, a qual muitos já estão familiarizados.



Desvantagem
A principal desvantagem em usar o tipo de condição NAVS está na configuração das regras (criação das tabelas e determinação da sequencia de acesso), bem como da manutenção dos registros de condição que na grande maioria dos casos deve ser feita registro por registro.



BRF+
Vantagem

A principal vantagem está na criação das regras de determinação bem como na manutenção das mesmas já que as regras podem ser exportadas e importadas, bem como as tabelas de decisão que podem ser exportadas para o excel (exemplo abaixo).


Outra grande vantagem é que você pode usar o BRF+ para fazer outras validações ou mesmo determinar valores para outros campos no pedido de compra!


Desvantagem

A desvantagem em usar o BRF+ está na rastreabilidade! Na melhor das hipóteses você pode simular os resultados, do contrário você terá que debugar a chamada para função (debug externo).

Importante:
É bom lembrar que com o TDF, você tem maior governança sobre a determinação do Tax Code. Com a ativação da função de negócio LOG_TMF_INT_1, (link 2) dois novos campos são apresentados na aba Fatura do pedido de compra para governança e controle sobre as alterações no tax code determinado automaticamente. São eles:

  • TC Auto Det.: tax code determinado automaticamente.
  • Man. TC Reason: razão para modificação manual do tax code. Neste caso o tax code somente poderá ser alterado quando um razão for informada.

*Alguns exemplos de motivos para alteração manual do Tax Code:
  • Cenário Novo 
  • Cenário é uma Exceção Dinâmica
  • Cenário Configurado Incorretamente
Além destes, três novos campos foram disponibilizados para auxiliar na determinação do Tax Code. São eles:
  • Tax Subj. (ST): Informa se o cenário é sujeito a “Substituição Tributária” (ST), baseado nas configurações.
  • Tax Incentive Type: Informa se o cenário é sujeito a qualquer incentivo fiscal (ex. REIDI).
  • Incentive ID: Complementa o incentivo fiscal com o número do projeto de incentivo fiscal (pode conter o número da Portaria, número ADE, etc.)