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terça-feira, 21 de novembro de 2017

TURMAS CONFIRMADAS SAP EDUCAÇÃO 2017

Fonte: Treinamento e Certificação - SAP Brasil
Fonte Complementar: SAP Educação - Diretório de Cursos

MM/SD – FCP: CONFIGURAÇÃO INICIAL 1/2

*por Karla Reis - Blog SAP Brasil
Olá pessoal,
Nesta série de posts, vou tratar da configuração necessária para que o sistema calcule corretamente o Fundo de Combate à Pobreza (FCP) de acordo com os requisitos legais da Nota Técnica 2016.002.
Existem três configurações básicas e dividi elas em dois posts, como segue:
  1. Configuração das novas exceções e programas de migração e consistência – Post 1/2
  2. Configuração do novo tax code – Post 2/2
Vamos, então, à configuração das novas exceções.
Você configura as exceções do FCP na transação J1BTAX, para os seguintes impostos:
  • ICMS
  • ICMS DIFAL (somente para MM)
  • ICMS ST
Para cada um dos impostos acima, o sistema determina a necessidade de calcular o FCP com base nas seguintes informações:
  • Uso do material – revenda, consumo ou ativo (somente para MM)
  • Código IVA (somente para SD)
  • Tipo de operação – dentro do mesmo estado ou entre estados
Para ICMS, o sistema busca informação em três tabelas, na seguinte ordem (de acordo com a customização padrão):
  1. Tabela J_1BTXIC2 – exceções que dependem do material
  2. Tabela J_1BTXIC3 – exceções dinâmicas
  3. Tabela J_1BTXIC1 – tabela de alíquotas padrão
Isso significa que se a exceção for encontrada na primeira tabela, as tabelas seguintes não serão consultadas.
Para ICMS ST, o sistema também busca informação em três tabelas, na seguinte ordem:
  1. Tabela J_1BTXST1 – exceções que dependem do material
  2. Tabela J_1BTXST3 – exceções dinâmicas
  3. Tabela J_1BTXST2 – tabela de alíquotas padrão
Para ICMS DIFAL, o sistema busca informação somente na tabela J_1BTXCI1 – ICMS complementar.
Para que as tabelas acima pudessem suportar o cálculo do FCP, adicionamos alguns campos e colunas em cada uma delas de acordo com cada imposto, como segue:
  • Para ICMS, adicionamos três novas colunas: FCP Rate, FCP Base e FCP for Resale (válida e utilizada somente para alguns estados).
  • Para ICMS ST, adicionamos dois novos campos: Base Red. 1 for FCP e Base Red. 2 for FCP.
  • Para ICMS DIFAL, adicionamos a coluna Tax Base for FCP.
Para ficar mais claro o que significam essas alterações, criei alguns exemplos de cenários que você encontra nos blog posts abaixo:
A tabela abaixo resume o comportamento do sistema em relação ao cálculo do FCP:
Legenda de cores:
  • Azul: Configuração que você faz no sistema.
  • Cinza: Resposta do sistema à sua configuração.
*A coluna de ICMS DIFAL FCP se aplica somente para MM. O restante da tabela é aplicável tanto para MM quanto para SD.
Ou seja:
  • O ICMS FCP só é calculado em operações dentro do mesmo estado.
  • O ICMS ST e o ICMS ST FCP não são relevantes em cenários de consumo (a menos que seja uma operação interestadual, que o destinatário seja contribuinte de ICMS e que haja um protocolo assinado entre os estados para produtos de determinados NCMs).
  • O FCP só é calculado sobre o ICMS DIFAL em operações de consumo entre diferentes estados quando o destinatário é contribuinte de ICMS e não existe protocolo assinado entre os estados.
  • A Flag de FCP para revenda, não se aplica a cenários de consumo e o FCP será calculado independentemente de a flag estar marcada ou não.
PROGRAMAS DE MIGRAÇÃO E CONSISTENCIA
Depois que você cria novas exceções é preciso executar o programa de migração para que essas alterações sejam migradas para as tabelas de condition records e para que o sistema possa processar as exceções corretamente. Você pode configurar o report de migração para que o sistema o execute automaticamente por meio de um job ou você pode executá-lo na transação J1BTAX à Condition Setup à Migration à Tax Tables to Conditions.
Para assegurar uma boa performance do sistema, é importante que você mantenha a customização dos impostos atualizada e evite que exceções que não são mais válidas continuem ativas nas tabelas de condition records. Para isso, você executa os reports de consistência abaixo que irão exibir as exceções que estão obsoletas (semáforo vermelho) para que você possa exclui-las manualmente.
  • J_1B_CHECK_CBT
  • J_1B_CBT_CONSIST
Para informações sobre implementação, consultem o guia de implementação entregue com a Nota SAP 2438606.
Espero que este post tenha ajudado, por favor, deixem suas dúvidas e sugestões nos comentários e não deixem de ler o post sobre a configuração de tax codes.

MM/SD – FCP: CONFIGURAÇÃO INICIAL 2/2

*por Karla Reis - Blog SAP 
Olá pessoal,
Dando continuidade à série de posts sobre a configuração inicial do Fundo de Combate à Pobreza (FCP), neste post vamos tratar da configuração dos códigos IVA.
Lembrando que no primeiro post falamos sobre a configuração das exceções e sobre os programas de migração e consistência.
A configuração dos códigos IVA para FCP é feita na J1BTAX, da mesma forma que para o restante da localização de Brasil.
Tipos de condição para MM
Os tipos de condição necessários para configurar os tax codes de FCP foram entregues pela Nota SAP 2438606, por meio de BC sets, e estão divididos entre os esquemas de cálculo TAXBRA e TAXBRJ da seguinte forma:
O que determina se o imposto será calculado como FCP é o campo tax subdivision no tax type, este campo precisa estar preenchido como 004 –  ICMS Contributor para os tax types relacionados aos tipos de condição do FCP.
O tipo de condição ICSP (ICMS FCP EC87), em ambos os esquemas de cálculo, permite que o sistema calcule o FCP sobre o ICMS Partilha. Para mais informações, acesse a Nota SAP 2236380, LC – Emenda Constitucional 87/2015.
Para cenários de entrada na TAXBRJ, existem dois tipos de condição não dedutíveis: o ICFJ (SubTrib FCP Classical) e o ICSJ (ICMS FCP Classical).
Você usa os tipos de condição da tabela acima para configurar os códigos IVA que o sistema usará para determinar quais impostos devem ou não estar ativos.
Tipos de condição para SD
Para cenários de TAXBRJ e RVABRA, os seguintes tipos de condição deverão ser habilitados no código IVA SD:
Para informações sobre implementação, consultem o guia de implementação entregue com a Nota SAP 2438606.

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

COMPARTILHAMENTO DE INFORMAÇÕES ENTRE AS SEFAZ

Desde a NT 2013.005_v1.22 tivemos mudanças no processo de compartilhamento da NF-e entre as SEFAZ. Atualmente o Ambiente Nacional distribui a NF-e autorizada por uma UF, para outras UF, conforme os critérios de distribuição que seguem:
  • UF de Destino de uma operação interestadual;
  • UF de entrega / retirada, caso informado o local de entrega / retirada na NF-e;
  • UF de Desembaraço do grupo da Declaração de Importação (tag:DI/UFDesemb);
  • UF de Embarque no caso da exportação (tag:exporta/UFEmbarq, campo alterado para UFSaidaPais);
  • UF de Consumo no caso das operações com combustível (tag:comb/UFCons);
  • UF de Partilha do ICMS (tag:ICMSPart/UFST).
  • UF de endereço do destinatário em outra UF, mesmo na operação interna na UF;
  • UF do adquirente ou do encomendante que aparece na importação (tag:DI/UFTerceiro);
  • UF da Chave de Acesso da NF-e que aparece no grupo de informações de Documento Fiscal referenciado (tag:NFRef/refNFe);
  • UF da Nota Fiscal Modelo 1 que aparece no grupo de informações de Documento Fiscal referenciado (tag:NFRef/refNF);
  • UF da Nota Fiscal de Produtor Rural que aparece no grupo de informações de Documento Fiscal referenciado (tag:NFRef/refNFP);
  • UF da Chave de Acesso do CT-e que aparece no grupo de informações de Documento Fiscal referenciado (tag:NFRef/refCTe).
Fonte: Compartilhamento de Informações entre as SEFAZ - Nota Técnica 2013.005 - Portal da Nota Fiscal Eletrônica

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

PARA QUE SERVE O DANFE SE TEMOS A NF-e?

A ideia é fiscalizar possíveis ilegalidades, permitindo conferência e garantindo a transação para a empresa, cliente e transportadora.
Adão Lopes *
Publicada em 16 de outubro de 2017 às 08h42

Em meus artigos, constantemente falo sobre a importância da digitalização de documentos e de como o futuro da documentação é o universo intangível do digital. Basicamente, toda transação comercial já migrou ou está em processo de migração. Não só pela praticidade em armazenamento, segurança, mas acima de tudo pela gestão. Esse é o caminho. Logo, parece uma contradição do nosso novo modelo de obrigações fiscais exigir que ainda exista um documento como o DANFE.

Para aqueles que não estão familiarizados com a sigla, DANFE significa Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e). Ele, nada mais é do que a representação gráfica da NF-e, ou seja, é um documento de papel, que não chega a ser uma NF-e impressa, mas se aproxima bastante disso. Na verdade, ele contém apenas os dados principais da NF-e.

Por ser impresso, sua função está ligada ao transporte de cargas comercializadas e documentadas através da NF-e. O DANFE viaja com as mercadorias durante o transporte da compra do vendedor até a chegada ao cliente. Um caminhão não pode trafegar sem o DANFE. São geradas multas pesadas caso o motorista seja pego em uma fiscalização trafegando sem o documento.

Como não contém todos os dados da NF-e, o DANFE serve para facilitar o acesso aos dados principais, como a chave numérica de acesso, ou código de barras do produto, e permite que o fiscal, consultando esse número, verifique se há mesmo uma NF-e que comprove aquela transação, online. Ou seja, no fim de contas o DANFE serve à fiscalização, pois na prática não serve como nota nem para vendedor e nem para cliente.

Sendo assim, apesar da gestão ser feita de forma digital, a prática do trânsito de mercadorias precisa de uma documentação que esteja legível, à mão, independente de qualquer equipamento eletrônico e que permita fiscalização de forma rápida. A necessidade momentânea daquela situação demanda um papel.

Pode parecer um retrocesso, mas não é. O DANFE é emitido junto da NF-e, tem caráter oficial, e a consulta numérica permite que ele seja colocado à prova de fraude. Mas um motorista não poderia ter um tablet onde ele mostrasse a NF-e, por exemplo? Talvez em um futuro próximo. O caso é que não é dever do transportador manejar documentos fiscais, ou mesmo transitar com equipamentos do tipo na rodovia. Pode ser um problema em diversas instâncias.

Não falo apenas de roubos, mas a simples falta de bateria já bastaria para parar o trânsito da mercadoria. A inabilidade de um motorista ou outro em mexer no equipamento, pode ser outro fator. Nem todas as transações podem ser feitas de forma digital de maneira fácil, ainda. Talvez mais para frente haja meios. Hoje, a impressão de uma única folha é a maneira mais barata, direta e prática, sem contar que o DANFE não precisa ser usado após o transporte.

O documento pode ser usado ainda com o auxílio na escrituração contábil da transação realizada. Neste caso, o documento deve ser arquivado pelo prazo legal exigido para as notas fiscais, para ser apresentado quando solicitado. Isso em casos especiais, onde é preciso garantias de algumas transações de valores altos, por exemplo. Por último e não menos importante, o documento ainda é utilizado para colher a assinatura do cliente no ato da entrega da mercadoria ou prestação do serviço, servindo de comprovante da entrega.


Ao transitar com o DANFE, o motorista possui de maneira fácil dados referentes à saída da mercadoria, dados da transportadora e do veículo, descrição do produto, etc. A ideia é fiscalizar possíveis ilegalidades, permitindo conferência e garantindo a transação para a empresa, cliente e transportadora. O DANFE serve, sobretudo para quem fiscaliza ilegalidades, para garantir entregas e permitir facilidade do trabalho do transportador.

Talvez hajam soluções mais digitais e que mantenham praticidade e custo futuramente. Por hora, usar o DANFE é o mais prático. Importante é lembrar que as funções de DANFE e NF-e são distintas e não adianta achar que um é inútil em detrimento do outro. Cada um tem sua função e auxilia a cadeia do processo comercial.

(*) Adão Lopes é mestre em tecnologia e negócios eletrônicos e CEO da Varitus Brasil
Fonte: CIO - Para que serve o DANFE se temos a NF-e?

BUSCA.LEGAL TAX ONE - T1

Já pensou em abrir a tela de seu computador e perguntar qual é a tributação de um produto, seja na indústria, atacado ou varejo? Isso já é possível com o Busca.Legal T1! E se você tiver a NCM ou o Código de Barras desse produto, fica mais fácil ainda!

Com o uso da Computação Cognitiva, considerada a Terceira Era Computacional, a Busca.Legal traz a tecnologia IBM WATSON EM NOVA PLATAFORMA PARA A ÁREA TRIBUTÁRIA NO BRASIL para revolucionar a área fiscal.

E o melhor: o Busca.Legal T1 compreende a linguagem natural, permitindo um salto em nossa interação com as máquinas. Não se trata de um sistema de reconhecimento de voz, pois o Watson passa por um processo de aprendizado constante em cada área que é utilizado, que o permite a conhecer o que cada pergunta significa.
Com a descrição, NCM ou código de barras em mãos, o cliente poderá consultar o Busca.Legal T1 e obter a tributação (ICMS, IPI, PIS e COFINS) do produto na:
  • Venda da Indústria para o Atacado;
  • Venda do Atacado para o Varejo;
  • Venda do Varejo para o Consumidor Final.
Além do CEST, o Busca.Legal T1 ainda traz o CST, a alíquota, MVA, Pauta, benefícios fiscais, incidência monofásica e outras informações para cálculo dos tributos, com a respectiva base legal que define a situação.
O Busca.Legal T1 une toda essa expertise a uma base de dados da Systax que reúne mais de 3,4 milhões de regras tributárias as quais já foram aplicadas a mais de 450 milhões de itens de diversos clientes.

Ao acessar o T1, “ele” já começa a interagir com você:
- Olá, eu sou o T1 e posso te ajudar a consultar a tributação de um produto! Para isso basta você informar o produto e a UF que quer consultar. Vamos lá?
Daí por diante, com o nome do produto, a NCM ou o código de barras, toda a informação estará disponível.

Fale com o T1 acessando https://t1.busca.legal

Além do T1, a Busca.Legal também está desenvolvendo outras soluções, como o Busca.Legal Tax Search – TS (acesso inteligente à legislação, jurisprudência, conteúdos e opiniões de especialistas), Busca.Legal ST (consulta hipóteses de substituição tributária e antecipação do ICMS nas operações internas e interestaduais, para todos os estados. E ainda o auxilia no cálculo!) e o Busca.Legal CF (uma plataforma online de Classificação Fiscal de Mercadorias na NCM com a utilização da computação cognitiva, simulando os processos do conhecimento humano sobre a Classificação Fiscal, em um modelo computadorizado. A oferta irá atender automaticamente as demandas por classificação fiscal de mercadorias, entregando sugestões ponderadas pela probabilidade indicada pelo Watson, ou seja, a oferta apresenta a resposta mais provável em cada situação. Esta solução é composta por um grande acervo de informações, reunindo dados de mais de 20 fontes diferentes, para permitir ao Watson combinar resultados ponderados e ranqueados).

Com o Busca.Legal CF fomos os vencedores da Competição Watson Build promovida pela IBM na América Latina. Durante 4 meses, 56 empresas da América Latina apresentaram projetos relacionados à Inteligência Artificial utilizando a plataforma Watson e a nossa solução foi a ganhadora! Agora apresentaremos o Busca.Legal CF - Classificador Fiscal em evento da IBM em Nova Iorque para uma comissão mundial.


Sobre a Busca.Legal
Somos uma empresa de tecnologia com foco em soluções para a área tributária e contábil. Com o uso de tecnologia, computação cognitiva e linguagem natural, nosso objetivo é permitir o acesso de forma simples e eficiente a bases legais e conteúdos, transformando informações em conhecimento para a tomada de decisões na área contábil e tributária! Veja mais em: http://busca.legal

Sobre a Systax
A Systax Sistemas Fiscais acompanha diariamente as mudanças da legislação tributária para garantir a atualização constante dos parâmetros fiscais nos diversos ERPs e sistemas fiscais. Também valida as informações tributárias constantes da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), permitindo a correta geração do SPED. Para tanto, mantém uma base de dados com mais de 3 milhões e 500 mil regras fiscais estaduais e federais, abrangendo ICMS, ICMS-ST, PIS, COFINS e IPI. Veja mais: http://www.systax.com.br


GARTNER ALERTA: TRANSFORMAÇÃO DIGITAL EXIGE AGILIDADE DOS GESTORES

Em até quatro anos, tecnologia avançará de modo a impactar negócios em diversas esferas desde ferramentas às informações. Mudança interna e criação de valor tornam-se essenciais...


Os gestores que almejam trazer transformação digital para suas empresas a fim de obter sucesso precisam de uma combinação essencial de três aceleradores de escala. Esta foi uma das principais mensagens lançadas pelo Gartner no evento Gartner Symposium – ITxpo 2017 em Orlando. De acordo com a empresa, os três aceleradores de escala são: destreza digital, tecnologias de efeitos de rede e uma plataforma digital industrializada.

Esse movimento será necessário porque, em 2018, os CIOs serão mais responsáveis ​​do que nunca pela geração de receita, criação de valor e desenvolvimento, além de lançamento de novos modelos de negócios usando tecnologias comprovadas e emergentes. Até 2020, 30% dos gestores incluirão inteligência Artificial nas prioridades de investimentos e 30% dos novos desenvolvimentos incluirão IA como componente de entrega, junto com um time de cientista de dados e desenvolvedores.

Além disso, o evento também apontou que em cinco anos a Internet das Coisas ajudará o consumidor e os negócios a economizarem US$ 1 trilhão por ano em manutenções e consumíveis. Isso mostra que a interrupção da tecnologia está fornecendo oportunidades de crescimento exponencial, mas ainda há barreiras para os negócios. O ambiente continua a ser volátil: taxas de câmbio, lento crescimento macroeconômico, implicações geopolíticas e segurança cibernética. Desse modo, os CIOs e outros líderes digitais – como você profissional de Marketing – tornaram-se mais importantes do que nunca para uma empresa.

Previsões
Alguns pontos levantados no evento mostram o quanto a tecnologia será acelerada nos próximos anos e ganharão mais relevância nos negócios. Por exemplo, até 2021, as empresas que redesenharem seus sites para suportar pesquisas visuais e de voz aumentarão a receita de comércio digital em 30%. Outro chamariz é que nesses três anos, mais de 50% das empresas estarão gastando mais por ano em bots e criações de chatbot do que os desenvolvimentos tradicionais de aplicativos para dispositivos móveis.

Até lá, 40% da equipe de TI será versátil, ocupando vários papéis, a maioria dos quais será de negócios, e não de tecnologia. Por outro lado, em menos de dois anos a tecnologia IoT estará em 95% dos eletrônicos para novos projetos de produtos e ainda a IA se tornará um motivador de emprego líquido positivo, criando mais de dois milhões de postos de trabalho, porém, eliminando outros 1,8 milhões.

Até 2020, a criação de “realidade falsa”, baseada em IA, ou conteúdo falso, superará a capacidade da AI de detectá-la, fomentando a desconfiança digital. Além disso, cinco dos sete principais gigantes digitais irão se “self-disrupt” intencionalmente para criar sua próxima oportunidade de liderança e o setor bancário obterá US$ 1 bilhão em valor comercial a partir do uso de cripto moeda baseada em blockchain.

Quando o prazo se estende até 2022, a Gartner prevê que a maioria das pessoas em economias maduras consumirá mais informações falsas do que informações verdadeiras e que metade de todos os orçamentos de segurança para a IoT irão para remediação de falhas, recuperações e falhas de segurança em vez de proteção.

Transformações necessárias
Ter uma cultura digital ativa será fundamental para o futuro dos negócios. As empresas precisarão de pessoas com habilidades digitais, colaborativas, ágeis, analíticas, inovadoras e criativas. A área de Recursos Humanos passará a captar um número maior de pessoal com capacidade de explorar tecnologias existentes e emergentes para melhores resultados comerciais.

Para isso, as companhias terão que fazer mudanças internas para que o reconhecimento externo chegue. Além da Inteligência Artificial e Internet das Coisas, a Interface de Programação de Aplicativos (APIs) passará a demandar mais atenção. Enquanto a IoT escala o mundo físico, as APIs escalam os relacionamentos nos ecossistemas. Eles permitem que os CIOs se conectem facilmente com parceiros, funcionários e até concorrentes.

Por fim, a criação de valor utilizando as ferramentas será mais do que essencial. Durante o evento falou-se sobre a industrialização da plataforma digital, que consiste em usar uma plataforma digital para criar novos mercados digitais. Ou seja, definir sua ambição digital, determinando o tipo de organização que querem ser.

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

SAP S/4HANA SALES 1709 RELEASE UPDATE

With the recent SAP S/4HANA 1709 release, I would like to give you more details about what’s new in S/4HANA Sales.
First, a quick recap of the most important updates from the past S/4HANA releases (1511 and 1610) in S/4HANA Sales:
  • completed the simplification of SD data models (SAP note 2198647);
  • renovated the user experience for multiple business roles across the order-to-cash process; and
  • moved most of the LIS based analytics reports to S/4HANA embedded analytics framework.
The business benefits resulting from these changes in SAP S/4HANA Sales are:
Now, the new release of S/4HANA (1709) provides customers with additional functionality and innovations, such as:
  • New billing function to support the digital business model
  • New Fiori Overview Page
  • New analytics dashboard
  • New foreign trade functionality

  • New billing function to support the digital business model
Today, more and more companies have extended their traditional business with digital products. Besides the traditional delivery of physical goods and fulfillment of service request, companies allow their customer to consume the products first and pay later based on the actual usage, a so called “Pay-As-You-Go” business model.
S/4HANA Sales can now collect the external usage information and combine the related billing request with other sales and distribution documents (e.g. sales order, delivery, debit memo request) to create one single invoice.
If a customer prefers to pay with the digital payment method, S/4HANA Sales provides the native integration with SAP digital payment add-on and supports credit cards and other real-time payment methods in a secure and efficient way without high effort to onboard payment service provider (PSP).
  • New Fiori Overview Page
With the overview page Sales Management Overview, sales manager gets a graphical overview of his sales data on analytical cards and can further analyze the data by navigating to related analytical apps from the cards.
On the operational level, internal sales representative can work much more efficiently, using the My Sales Overview to search for, create, modify, or view sales information. Such sales information includes blocked credit memo requests, open sales quotations, open sales orders, customer returns, customer contacts, sales order fulfillment issues, sales quotation pipeline, and incoming sales orders analysis.
  • New analytics dashboard
With S/4HANA embedded analytics, business users acquire business insight when a transaction is happening and can take immediate action to improve business performance. With S/4HANA 1709 Sales, more analytics content is provided to track sales performance, e.g. Backorder Items, Profit Margin Analysis and much more. Let’s look at one example below.
To deliver on-time as a customer requested is one of the key factors to ensure customer satisfaction and retention. The delivery performance dashboard monitors the current delivery performance of sales orders. In the case of potential delays, the sales clerk can directly navigate to the relevant sales document and master data object pages for more detailed information or collaborate with the plant manager to resolve issues.
  • New foreign trade functionality
For SAP ERP customers moving to SAP S/4HANA, please note the ERP SD-FT module covering foreign trade functionality is now covered by SAP S/4HANA International Trade. With 1709 release, S/4HANA International Trade covers:
  • Intrastate reporting
  • International trade classification
  • International trade compliance with focus on legal control for export
SAP S/4HANA 1709 also covers letter of credit functionality. The basic letter of credit functionality is included in the digital core:
  • Manage basic master data;
  • Determine nominal amount;
  • Assign a letter of credit as payment guarantee to sales documents
  • Block sales and delivery documents if not complied with terms in letter of credit
  • Make risk check decisions; and
  • Recheck, release or reject the blocked documents.
Furthermore, advanced trade finance function with letter of credit is covered in S/4HANA Treasury and Financial Risk Management.
For a broader range of foreign trade function, or for a global trade processing hub, customers can benefit from SAP Global Trade Services (SAP GTS), which is natively integrated with SAP S/4HANA. View Roadmap -> SAP Global Trade Services and SAP S/4HANA for International Trade for the current roadmap.

To access additional information, explore:
Source: SAP S/4HANA Sales 1709 Release Update

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

BEST GLOBAL BRANDS 2017

Este é o ranking de 2017 das 100 mais valiosas marcas do mundo criado pela renomada consultoria de marketing/branding Interbrand (clique para ver mais detalhes), empresa que foi fundada na cidade de Londres em 1974. Os valores representam bilhões de dólares. Basta clicar no link de cada marca para acessar ao perfil exclusivo de cada uma preparado pelo Mundo das Marcas:


1. Apple (Estados Unidos) - US$ 184.154   
2. Google (Estados Unidos) - US$ 141.703   
3. Microsoft (Estados Unidos) - US$ 79.999  
4. Coca-Cola (Estados Unidos) - US$ 69.733 
5. Amazon (Estados Unidos) - US$ 64.796  
6. Samsung (Coréia do Sul) - US$ 56.249 
7. Toyota (Japão) - US$ 50.291  
8. Facebook (Estados Unidos) - US$ 48.188  
9. Mercedes-Benz (Alemanha) - US$ 47.829  
10. IBM (Estados Unidos) - US$ 46.829   
11. GE (Estados Unidos) - US$ 44.208  
12. McDonald’s (Estados Unidos) - US$ 41.233   
13. BMW (Alemanha) - US$ 41.521  
14. Disney (Estados Unidos) - US$ 40.772   
15. Intel (Estados Unidos) - US$ 39.459  
16. Cisco (Estados Unidos) - US$ 31.930  
17. Oracle (Estados Unidos) - US$ 27.466 
18. Nike (Estados Unidos) - US$ 27.021   
19. Louis Vuitton (França) - US$ 22.919  
20. Honda (Japão) - US$ 22.696  
21. SAP (Alemanha) - US$ 22.635  
22. Pepsi (Estados Unidos) - US$ 20.491   
23. H&M (Suécia) - US$ 20.488 
24. Zara (Espanha) - US$ 18.573  
25. Ikea (Suécia) - US$ 18.472   
26. Gilette (Estados Unidos) - US$ 18.200  
27. American Express (Estados Unidos) - US$ 17.787  
28. Pampers (Estados Unidos) - US$ 16.416 
29. UPS (Estados Unidos) - US$ 16.387  
30. J.P. Morgan (Estados Unidos) - US$ 15.749
31. Budweiser (Estados Unidos) - US$ 15.375  
32. Hermès (França) - US$ 14.210  
33. Ford (Estados Unidos) - US$ 13.643  
34. Ebay (Estados Unidos) - US$ 13.224  
35. Hyundai (Coréia do Sul) - US$ 13.193  
36. Nescafé (Suíça) - US$ 12.661   
37. Accenture (Estados Unidos) - US$ 12.471  
38. Audi (Alemanha) - US$ 12.023   
39. Nissan (Japão) - US$ 11.534  
40. Volkswagen (Alemanha) - US$ 11.522  
41. Philips (Holanda) - US$ 11.519   
42. AXA (França) - US$ 11.073 
43. Kellogg’s (Estados Unidos) - US$ 10.972  
44. Goldman Sachs (Estados Unidos) - US$ 10.864   
45. L’Oréal (França) - US$ 10.674  
46. Citi (Estados Unidos) - US$ 10.599  
47. HSBC (Reino Unido) - US$ 10.534 
48. Porsche (Alemanha) - US$ 10.129   
49. Allianz (Alemanha) - US$ 10.059  
50. Siemens (Alemanha) - US$ 9.982  
51. Gucci (Itália) - US$ 9.969  
52. Canon (Japão) - US$ 9.788   
53. HP (Estados Unidos) - US$ 9.541 
54. Danone (França) - US$ 9.322  
55. Adidas (Alemanha) - US$ 9.216  
56. Adobe (Canadá) - US$ 9.060  
57. Hewlett Packard Enterprise (Estados Unidos) - US$ 8.951   
58. 3M (Estados Unidos) - US$ 8.947   
59. Nestlé (Suíça) - US$ 8.728   
60. Starbucks (Estados Unidos) - US$ 8.704   
61. Sony (Japão) - US$ 8.474  
62. Colgate (Estados Unidos) - US$ 8.325   
63. Morgan Stanley (Estados Unidos) - US$ 8.205 
64. Visa (Estados Unidos) - US$ 7.815  
65. Cartier (França) - US$ 7.547 
66. Thomson Reuters (Canadá) - US$ 7.100   
67. Lego (Dinamarca) - US$ 7.024  
68. Santander (Espanha) - US$ 6.702   
69. Kia (Coréia do Sul) - US$ 6.681   
70. Huawei (China) - US$ 6.676 
71. Mastercard (Estados Unidos) - US$ 6.350   
72. Fedex (Estados Unidos) - US$ 6.255 
73. Land Rover (Reino Unido) - US$ 6.095  
74. Johnson Johnson (Estados Unidos) - US$ 6.041  
75. Panasonic (Japão) - US$ 5.983 
76. DHL (Estados Unidos) - US$ 5.715  
77. Harley-Davidson (Estados Unidos) - US$ 5.621   
78. Netflix (Estados Unidos) - US$ 5.592   
79. Discovery (Estados Unidos) - US$ 5.411 
80. PayPal (Estados Unidos) - US$ 5.408   
81. Tiffany & Co. (Estados Unidos) - US$ 5.394  
82. Jack Daniel’s (Estados Unidos) - US$ 5.332 
83. KFC (Estados Unidos) - US$ 5.313  
84. Salesforce (Estados Unidos) - US$ 5.224  
85. Heineken (Holanda) - US$ 5.181   
86. Burberry (Reino Unido) - US$ 5.135  
87. Mini (Reino Unido) - US$ 5.114 
88. Ferrari (Itália) - US$ 4.876  
89. Caterpillar (Estados Unidos) - US$ 4.868  
90. Sprite (Estados Unidos) - US$ 4.842  
91. Shell (Holanda) - US$ 4.823   
92. John Deere (Estados Unidos) - US$ 4.783   
93. Corona (México) - US$ 4.776  
94. Prada (Itália) - US$ 4.716   
95. Dior (França) - US$ 4.587  
96. Johnnie Walker (Reino Unido) - US$ 4.405  
97. Smirnoff (Reino Unido) - US$ 4.288  
98. Tesla (Estados Unidos) - US$ 4.009   
99. Moët & Chandon (França) - US$ 4.006   
100. Lenovo (China) - US$ 4.004