Páginas

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

OITO PROJEÇÕES PARA A TI EM 2018. VOCÊ ESTÁ PREPARADO?

Multicloud e Blockchain fazem parte da lista de tecnologias que vão orientar profissionais em suas arquiteturas de tecnologia.
Com base na demanda de mais de 9,5 mil clientes, a Equinix decidiu lista oito tecnologias que vão balizar os projetos das empresas nos próximos meses. Confira as previsões abaixo:
  1. Redes privadas de Blockchain ganham visibilidade e se expandem
    O Blockchain público, centrado em vários tipos de moedas digitais, é muito diferente do blockchain privado que deverá ser mais atraente para as empresas em 2018. Principalmente por essas serem “autorizadas”, em vez de abertas, de modo que a gestão da identidade digital é feita de forma mais segura, oferecendo confiança e permitindo níveis maiores de processamento transacional.
As provedoras de redes de Blockchain para diferentes setores precisarão hospedar seus dados em múltiplos locais, de forma distribuída, para garantir baixa latência. Além disso, as empresas presentes às redes de Blockchain privado precisam saber lidar com a conclusão de transações sensíveis ao fator tempo. O
É certo que, em dado momento, as empresas estarão envolvidas em múltiplas redes de blockchain (por exemplo, supply chain, finanças etc) e vão querer que seus negócios estejam localizados perto de seus parceiros.
  1. IA deixa de ser tendência
    A tecnologia de inteligência artificialjá existe há seis décadas, mas somente agora está virando tendência. Por quê? Com o advento do big data, dos processadores orientados para IA e algoritmos de aprendizagem profunda, alguns avanços foram viabilizados, como casas, fábricas e carros inteligentes, que têm amplo apelo. Em abril de 2017, a IDC previu que as receitas mundiais para os sistemas cognitivos e de AI no ano chegariam a US$ 12,5 bilhões, e a Equinix prevê avanços ainda mais profundos dessa tendência em 2018.
Com isso, os sistemas de IA precisam interpretar e fundir dados de várias fontes que precisam ser distribuídos com modelos de construção focados em clouds e modelos de desenvolvimento na edge, para satisfazer os requisitos de processamento em tempo real. Os órgãos reguladores também têm demonstrado interesse em garantir que as aplicações de AI cumpram as leis de segurança e de residência de dados.
  1. IoT acelera migração para Edge Computing
    O Gartner espera que o número de dispositivos conectados em todo o mundo aumente de 8,4 bilhões, atualmente, para 20,4 bilhões em 2020. Em 2018, os requisitos da computação para permitir a internet das coisas (IoT) migrarão, cada vez mais, para a borda da rede.
A manutenção da baixa latência é uma das principais razões pelas quais as empresas estão migrando grandes quantidades de dados de dispositivos IoT em direção ao processamento e análise na Digital Edge. Colocar a interconexão na borda, no entanto, também gerará economia de custo de rede, uma vez que as empresas filtram volumes de dados mais próximos à fonte (na borda) para obter acesso mais rápido às informações necessárias para inovações viabilizadas pela IoT, como hospitais inteligentes. Em um número crescente de regiões, os dados devem ser processados na borda para cumprir os requisitos de residência de dados.
  1. Arquitetura para sistemas de cabos submarinos ganha destaque
    Os cabos submarinos são componentes essenciais para a internet, já que quase todo o tráfego global de dados passa por eles. Em meio ao crescente tráfego projetado, o investimento em novos cabos vem também aumentando.
De acordo com a TeleGeography, os custos globais de construção de cabos submarinos deverão ultrapassar US$ 2 bilhões em 2018, pelo terceiro ano consecutivo. Desde 2012, esses custos não ultrapassavam US$ 1 bilhão. Durante esse boom de construção, nota-se uma nova arquitetura surgindo, que reduzirá custos, melhorará a agilidade de implantação e os benefícios da interconexão.
Os avanços na tecnologia laser permitiram que os cabos submarinos ultrapassassem as estações cruzando o oceano para atingir diretamente data centers de varejo multiusuários no continente. Isso significa que os clientes desse sistema obtêm acesso direto e de baixa latência aos inúmeros ecossistemas industriais hospedados. Isso aumenta o apelo do sistema de cabos submarinos para seus clientes potenciais.
  1. SDN/NFV transforma as redesUma mudança fundamental na aceitação pelas empresas de redes definidas por software (SDN) e tecnologias de virtualização das funções de rede (NFV) está em andamento e reorientando a forma como as grandes empresas arquitetam suas redes de área ampla (WANs) para ampliar seus serviços de acesso à cloud. Esta mudança ganhará força em 2018.
As empresas não podem mais se dar ao luxo de redirecionar o tráfego usando as caras redes MPLS de suas filiais para uma localização centralizada, na qual aplicam políticas de segurança de rede em equipamentos físicos, antes de acessar a cloud.
Em sua estimativa mais recente, a IDC prevê expansão para o mercado mundial de Data Centers SDN a uma taxa de crescimento anual composta de 25,4% entre 2016 e 2021, quando chegará a quase US$ 13,8 bilhões.
  1. Soberania e auditoria de dados
    Diversas normas importantes de privacidade, segurança e soberania de dados serão estabelecidas em 2018 e todas trarão grandes implicações para as empresas, como o Regulamento Geral de Proteção de Dados (General Data Protection Regulation – GDPR) restringe a transferência de dados na União Europeia para países que sejam compatíveis com a norma, o que pode afetar as transferências entre empresas da UE e importantes parceiros de negócios internacionais.
Outra novidade será o relatório de Registro Auditoria Consolidada (Consolidated Audit Trail – CAT) nos Estados Unidos exige que as empresas efetuem o registro de todas as transações de valores mobiliários e assegurem a precisão dos serviços de cronometragem no nível de nanosegundos.
Além disso, há a Diretiva de Mercados em Instrumentos Financeiros (Markets in Financial Instruments Directive – MiFID ii) na Europa impõe novos requisitos de geração de relatórios e testes às empresas de investimento.
A aplicação do GDPR e leis similares de soberania de dados em todo o mundo exigirá que as organizações utilizem data centers em várias regiões para armazenar dados localmente. O CAT e a MiFID II também exigem que as organizações registrem transações financeiras em um nível granular, o que, por sua vez, exige que as organizações tenham um sistema de relógio interno minuciosamente sincronizado em vários data centers.
  1. Multicloud demanda acesso a plataformas híbridas de TI
    O Gartner afirma que “estratégias multicloud se tornarão frequentes para 70% das empresas até 2019”. À medida que a multicloud se torna mais prevalente, vemos a crescente necessidade das empresas de controlar seu gerenciamento em uma plataforma de TI híbrida.
As empresas estão distribuindo suas aplicações em várias clouds, com base no melhor modelo para o negócio. Além disso, as empresas dependem cada vez mais de clouds redundantes para apoiar a continuidade do negócio e as iniciativas de recuperação de desastres. Isso exige uma estratégia multicloud que possa ser implantada em uma infraestrutura de TI híbrida (local e cloud).
  1. A IDC descreve uma plataforma de transformação digital (DX) como viabilizadora da “criação rápida de produtos, serviços e experiências digitais voltados para o público externo, ao mesmo tempo em que moderniza agressivamente o ambiente ‘inteligente central’”. Prevê ainda que, até 2020, 60% das empresas terão adotado uma estratégia de plataforma DX em toda a organização.
Para acelerar essa mudança, as empresas de plataforma DX estão investindo mais em interfaces abertas de programação de aplicativos (APIs) e portais de desenvolvimento para clientes/parceiros em 2018.
Uma plataforma DX habilitada para API, orientada para o exterior, acelera o desenvolvimento e a integração de serviços digitais e fornece ferramentas mais inteligentes para automação e orquestração de TI. Também promove a inovação e um prazo de lançamento no mercado mais rápido para novas soluções. Nas plataformas DX, as empresas podem colaborar em ecossistemas constituídos por clientes interconectados, prestadores de serviços e parceiros de negócios.
Com as empresas passando a disponibilizar serviços por meio de uma plataforma DX acionada pela API, muitos terão que satisfazer desempenho, disponibilidade e SLAs relacionados à segurança para isso.

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

ENTENDA DE BITCOINS

SE VOCÊ TIVESSE COMPRADO R$ 5 EM BITCOINS HÁ 7 ANOS ATRÁS, ESTARIA R$ 4,4 MILHÕES MAIS RICO HOJE
Bitcoin supera totalmente o BRL depois de aumentar quase 900.000 vezes nos últimos oito anos
Já aconteceu de você desejar ter comprado algo no passado que eventualmente aumentou significativamente de valor? Talvez um terreno em algum local que agora vale dez vezes mais? Parece familiar? Bem, aqui estão algumas histórias incríveis sobre pessoas que compraram Bitcoins por diversão e, devido à sua enorme valorização nos últimos anos, agora oficializaram seus status de milionários.
Segunda-feira marcou o sétimo aniversário do que se diz ser a primeira instância registrada de Bitcoins sendo usadas em uma transação do mundo real. Ao longo de sete anos, o valor de Bitcoin multiplicou-se 879.999 vezes. Se um investidor tivesse decidido gastar cinco reais em cerca de 2.000 Bitcoins naquela época, essa participação valeria R$ 4,4 milhões hoje. Com R$ 1.200 gastos em cerca de 480.000 Bitcoins, o investidor teria hoje pelo menos R$ 1,1 bilhão.
Entrevista da Bloomberg com Bill Gates. “Bitcoin é a resposta.”
A principal vantagem da bitcoin é que ela é descentralizada, portanto, não existe um banco central ou governo que a controle. Essa liberdade é uma das razões pelas quais os investidores passaram a ver a moeda como um ativo seguro em um mundo geopolítico problemático — e tem havido bastante problemas nos últimos meses na Europa, Rússia, Brasil e Estados Unidos. Há também uma vantagem adicional da Bitcoin - há uma limitaçãoo matemática no número de Bitcoins que podem ser criadas, o que significa que não há impressão de dinheiro, então as regras da economia funcionam perfeitamente. Sempre que há uma oferta limitada de algo, e a demanda sobe, o preço aumenta.
“Bitcoin é melhor do que moeda corrente” - Bill Gates
A principal vantagem da bitcoin é que ela é descentralizada - não existe um banco central ou governo que a controle. Essa liberdade é a principal razão pela qual os investidores passaram a ver a moeda como um porto-seguro de ativosem um mundo geopolítico problemático - como se tem observado nos últimos meses no Brasil, na Europa, na Rússia e nos Estados Unidos. Há também uma vantagem adicional na Bitcoin, há uma limitação matemática para o número de Bitcoins que podem ser criadas, o que significa que não há impressão de dinheiro, portanto as regras da economia funcionam perfeitamente. Sempre que há uma oferta limitada de algo, e a demanda sobe, o preço aumenta.
Wences Casares foi chamado de "paciente zero" da Bitcoin pela elite do Silicon Valley. Ele chamou a atenção para a Bitcoin de Bill Gates, Reid Hoffman e inúmeros outros ilustres, em encontros de ricos e famosos, em lugares como Sun Valley.
O bilionário empresário Wences Casares diz que não é tarde demais para que as pessoas se interessem por Bitcoin
Casares, nascido na Argentina, fundou um provedor de serviços de internet, uma empresa de videogames e um banco, além de fazer parte do conselho do PayPal, mas é à Bitcoin que Casares diz que dedicará o resto de sua vida, e ele agora administra uma Startup chamada Xapo que armazena Bitcoins. Em um recente jantar em Nova York organizado pelo grupo Coin Center de criptografia, Casares foi o palestrante principal, e forneceu alguns conselhos sobre como entrar na Bitcoin.


A fórmula, de acordo com Casares? Pegue 1% ou menos do que você possui, invista em Bitcoins e esqueça disso pelo menos pelos próximos cinco anos; idealmente pela próxima década. "Pode ser que você perca um por cento do seu patrimônio líquido, o que a maioria das pessoas pode bancar, mas por outro lado, pode ser que você ganhe milhões.", disse ele a uma sala cheia de defensores da criptografia, no hotel Westin, na Times Square.
Especialistas como Wence Casares preveem que uma única Bitcoin valerá R$ 500.000 até o ano de 2030.
Casares estima que as chances da bitcoin falhar e desvalorizar completamente são 20%. "Se ela falhar, será inútil", diz ele. “Se for bem sucedida, em cinco a sete anos, uma única Bitcoin valerá mais de um milhão de dólares.” Ele coloca as chances de sucesso em mais de 50%
Casares tem uma resposta interessante para as pessoas que acreditam que já "perderam o bonde" da bitcoin e têm medo de ser muito tarde. Ele disse que viu pessoas que compraram bitcoins a preços baratos - tão baixos quanto R$ 13 e que perderam dinheiro porque tentaram negociá-las, enquanto aqueles que compraram a preços altos mesmo há apenas um mês, se deram "espetacularmente bem" simplesmente comprando e segurando.
Então, o que você precisa fazer se quiser investir uma pequena quantia em Bitcoin?

 Primeiro passo

Clique neste link para abrir uma conta gratuita na Empireoption
Por que Empireoption?
A Empireoption é uma plataforma e uma marca na qual você pode confiar. Há inúmeras análises sobre a Empireoption em todo o mundo, e as pessoas estão muito felizes com seus serviços. É muito mais seguro comprar bitcoin com uma marca verificada como a Empireoption do que qualquer outra.

 Segundo passo

Faça o depósito mínimo de US$ 200 ou mais, dependendo do valor que deseja investir.

 Terceiro passo

Depois de fazer seu depósito, clique no botão "CRIPTOMOEDA", conforme a seta mostra abaixo, uma barra de pesquisa será aberta, e então basta procurar a palavra "Bitcoin" e selecioná-la 

 Quarto passo

Agora que você chegou à tela "Bitcoin", coloque o valor que deseja investir no campo Stop loss/Investimento (marcado com uma seta vermelha), este é o valor que você vai investir em Bitcoin. Preencha o campo "Take Profit" com o lucro que deseja obter se o preço da Bitcoin aumentar como esperado, por exemplo, na imagem abaixo, investimos US$ 200, e assim que o valor da Bitcoin que compramos chegar a US$ 600,000- nós a venderemos de volta por dinheiro. Mas é claro, sinta-se livre para configurá-lo de acordo com seus próprios objetivos financeiros pessoais 

 Quinto passo

Clique no botão "Comprar", depois clique em “Confirmar” e pronto. 
Parabéns! Você agora faz parte da comunidade Bitcoin. Se o preço das criptomoedas que você investiu aumentarem, você pode fazer uma retirada em dinheiro na Empireoption, sempre que quiser. Pense nisso - o máximo que você pode perder no negócio acima é seu depósito inicial, mas se você investiu em Bitcoin, por exemplo, poderá lucrar até US$ 600.000, se o valor da Bitcoin aumentar como esperado. Por exemplo, se você tivesse comprado Bitcoin há 6 anos, seu investimento de US$ 250 teria rendido até hoje mais de US$ 2.000.000. Então, quanto você terá daqui a um ano? 

Ralph Gaines

Ralph é um consultor financeiro on-line especializado em investimentos internacionais em moeda e em criptografia. Ele está sempre procurando novos negócios e oportunidades, e está pronto para ajudar os outros a capitalizar
Fonte: SE VOCÊ TIVESSE COMPRADO R$ 5 EM BITCOINS HÁ 7 ANOS ATRÁS, ESTARIA R$ 4,4 MILHÕES MAIS RICO HOJE

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

PRINCIPAIS MUDANÇAS FISCAIS PARA O ANO DE 2018

O ano de 2018 exigirá muita atenção de todos os empresários brasileiros e os profissionais contábeis precisarão estar preparados para não terem problemas com o fisco.

Confira abaixo algumas das principais mudanças que impactarão diretamente na vida dos profissionais contábeis neste ano de 2018, uma vez que a transmissão de forma incorreta poderá acarretar multas e problemas para as empresas:

NF-e 4.0
As principais alterações da versão 3.1 para a versão 4.0 são as informações inseridas, categorias e o layout utilizado. A maior alteração será no layout, pois a NF-e é um arquivo eletrônico emitido no formato XML, que consolida as informações fiscais de várias operações de uma entidade, utilizando uma ordem para apresentá-las que chamamos de layout.
Outra mudança importante é a atualização do protocolo de segurança dos dados e das emissões de NF-e. A partir da versão 4.0 será permitido unicamente o protocolo TLS 1.2 ou versão superior. Ou seja, não será mais permitida a comunicação via protocolo SSL 3.0 e o TSL 1.0. O motivo desta mudança está amplamente documentado na internet pela falta de segurança comprovada no uso do Protocolo SSL.

e-Social
A partir do dia 8 de janeiro as empresas com faturamento anual superior a R$ 78 milhões em 2016, bem como aquelas que optaram pela antecipação, serão obrigadas a enviar informações ao eSocial referentes aos vínculos com trabalhadores que façam parte do seu quadro de funcionários e também daqueles que prestam serviço sem vínculo empregatício. As demais empresas serão obrigadas a aderir ao sistema a partir do dia 16 de julho de 2018.

O governo estima que a implantação do eSocial pode aumentar a arrecadação em R$ 20 bilhões por ano só por eliminação de erros, que levam as empresas a pagarem menos do que o devido.

Simples Nacional
As empresas que faturarem até R$ 4,8 milhões ao longo de 2018 poderão se enquadrar nas regras do Simples Nacional – sistema que permite o recolhimento simplificado de tributos. No ano passado, o teto anual de faturamento era de até R$ 3,6 milhões.

MEI
Já o teto de faturamento para se enquadrar na modalidade de microempreendedor individual (MEI) passou de até R$ 60 mil para até R$ 81 mil. A partir deste ano, 12 novas ocupações também foram liberadas para serem incluídas na categoria MEI, que tem tributação menor.
Também subiu o teto de faturamento para as microempresas, de R$ 360 mil por ano para R$ 900 mil.

Bloco K
No ano de 2017 o Bloco K tornou-se obrigatório para as empresas com faturamento igual ou superior a R$ 300 milhões ao ano, classificadas nas divisões 10 a 32 da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE).
A partir de janeiro de 2018 o Bloco K passa ser obrigatório também para as empresas com faturamento igual ou superior a R$ 78 milhões ao ano e classificadas nas divisões 10 a 32 da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE).

Reforma Trabalhista
As alterações introduzidas pela Lei nº 13 467/17, conhecida como ” Reforma Trabalhista “, fez uma série de modificações, dentre outras, sobre as verbas pagas pelo empregador, passando a classificar diversas delas como de natureza não-remuneratória.

A consequência dessa modificação é que, ao não serem classificadas como remuneratórias, elas são automaticamente excluídas da base de cálculo de diversos tributos e contribuições previdenciárias incidentes sobre a folha de pagamento dos estabelecimentos empresariais.

O ano de 2018 traz efetivamente muitas mudanças e adequações fiscais para todas as empresas e empresários, por isso, recomenda-se que “os empreendedores fiquem atentos a essas alterações e que, além consultarem sempre o contador e o jurídico para esclarecimento das dúvidas, busquem maneiras de otimizar a gestão da empresa, levando em conta as novas regras impostas pelo fisco”.
Fonte: ASUG

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

FÓRUM ECONÔMICO MUNDIAL: TREINAR 1 MILHÃO DE PESSOAS EM TI

Primeira iniciativa da indústria de TI visa reunir conteúdo de treinamento no portal SkillSET do Fórum Econômico Mundial.

O Fórum Econômico Mundial lançou a IT Industry Skills Initiative para enfrentar a falta de mão-de-obra global qualificada e evitar a ameaça de desemprego decorrente da automação e da Indústria 4.0. A iniciativa pretende atingir 1 milhão de pessoas com recursos e oportunidades de treinamento no portal SkillSET até janeiro de 2021.

Brasil perde potencial econômico ao ignorar avanço da economia digital.

Concebido pela comunidade de governadores de TI do Fórum, sob a presidência de Chuck Robbins, presidente e diretor executivo da Cisco, o projeto conta com os parceiros fundadores a Accenture, CA Technologies, Cisco, Cognizant, Hewlett Packard Enterprise (HPE), Infosys, Pegasystems, PwC, Salesforce, SAP e Tata Consultancy Services.
“Precisamos envolver todas as partes da sociedade – governos, cidadãos e indústria privada – para repensar um sistema educacional baseado na aprendizagem ao longo da vida e que possa preparar os trabalhadores para os empregos do futuro”, disse Klaus Schwab, fundador e Presidente Executivo do Fórum Econômico Mundial. “Esta iniciativa é um claro exemplo de líderes da indústria que tomam ações coletivas para abordar um grande desafio social em escala”.
De acordo com um relatório do Fórum Econômico Mundial sobre recuperação de mão-de-obra, um em cada quatro adultos relatou uma incompatibilidade entre as habilidades que eles possuem e as habilidades que eles precisam para o seu trabalho atual. Portanto, habilitar e fortalecer os trabalhadores para transformar e atualizar suas habilidades é uma preocupação fundamental para empresas e sociedades em todo o mundo.
“Em nosso mundo dinâmico, a tecnologia abriu muitas vias de crescimento. No entanto, também estamos vendo que inovações como inteligência artificial e automação podem afetar a força de trabalho. É importante para todos nós reconhecer que, sem o talento que precisamos, nenhum de nós será bem sucedido”, disse Chuck Robbins, presidente e CEO da Cisco.
“Esta iniciativa reúne as capacidades e os pontos fortes de todas as nossas empresas para ajudar a educar os trabalhadores com as qualidades demandadas hoje e para o emprego do futuro. É nossa obrigação garantir que pessoas com empregos em todas as indústrias recebam os meios para aprender novas habilidades e continuarem competitivas “, completou Robbins.
A coalizão criou uma plataforma gratuita de ferramentas online para agilizar o processo de reabilitação de adultos. A iteração inicial do portal estará disponível em abril de 2018.
Para capacitar as pessoas para abordar os requisitos de habilidades em rápida mudança, as empresas parceiras da iniciativa estão abrindo elementos-chave de suas bibliotecas de treinamento individuais em um portal centralizado.
Os usuários terão acesso, gratuitamente, aos materiais de treinamento mais atualizados das principais empresas de TI globais, que vão desde as habilidades gerais de negócios até a alfabetização digital introdutória para tópicos mais avançados, como segurança cibernética, análise de dados ou internet das coisas. O portal oferecerá uma avaliação de habilidades adaptada, desenvolvida pela PwC, e com base na pesquisa de habilidades da Quarta Revolução Industrial, para ajudar os usuários a determinar quais cursos e/ou caminhos de aprendizagem se encaixam melhor nas suas atuais habilidades e objetivos de aprendizagem.
Ao criar esta plataforma, a coligação espera reformular a educação contínua para uma experiência mais atraente, contínua e educativa. Eles também esperam motivar adultos de todas as origens para usar a plataforma, especialmente aqueles de comunidades de baixo recursos ou grupos sub-representados que historicamente tiveram menos acesso ao setor de TI. O SkillSET está hospedado na premiada plataforma EdCast AI-powered Knowledge Cloud, acessível a qualquer pessoa que esteja usando versões de desktop ou móveis.
A coalizão, que continua a agregar membros, estará trabalhando nos próximos meses para desenvolver ferramentas e processos destinados a enfrentar muitas barreiras que impedem os adultos de se requalificar ou completar treinamentos. A iniciativa inicialmente direcionará o mercado dos EUA, com planos para escalar a outras geografias e construir parcerias com o setor público em 2018. Sob a presidência de Mike Gregoire, diretor executivo da CA Technologies, a coalizão informará sobre o progresso da iniciativa na reunião anual do Fórum Econômico Mundial 2019.
A 48ª Reunião Anual do Fórum Econômico Mundial terá lugar de 23 a 26 de janeiro de 2018 em Davos-Klosters, na Suíça. Três mil líderes de todo o mundo se reunirão em um esforço colaborativo para moldar as agendas globais, regionais e industriais, com o compromisso de melhorar o estado do mundo.
A Reunião Anual reúne governos, organizações internacionais, empresas, sociedade civil, líderes culturais, mídia, principais especialistas e a geração jovem de todo o mundo, ao mais alto nível e em formas representativas.

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

OITO PROJEÇÕES PARA A TI EM 2018. VOCÊ ESTÁ PREPARADO?

Com base na demanda de mais de 9,5 mil clientes, a Equinix decidiu lista oito tecnologias que vão balizar os projetos das empresas nos próximos meses. Confira as previsões abaixo:
1. REDES PRIVADAS DE BLOCKCHAIN GANHAM VISIBILIDADE E SE EXPANDEM:
O Blockchain público, centrado em vários tipos de moedas digitais, é muito diferente do blockchain privado que deverá ser mais atraente para as empresas em 2018. Principalmente por essas serem “autorizadas”, em vez de abertas, de modo que a gestão da identidade digital é feita de forma mais segura, oferecendo confiança e permitindo níveis maiores de processamento transacional.
As provedoras de redes de Blockchain para diferentes setores precisarão hospedar seus dados em múltiplos locais, de forma distribuída, para garantir baixa latência. Além disso, as empresas presentes às redes de Blockchain privado precisam saber lidar com a conclusão de transações sensíveis ao fator tempo. O
É certo que, em dado momento, as empresas estarão envolvidas em múltiplas redes de blockchain (por exemplo, supply chain, finanças etc) e vão querer que seus negócios estejam localizados perto de seus parceiros.
2. IA DEIXA DE SER TENDÊNCIA:
A tecnologia de inteligência artificial já existe há seis décadas, mas somente agora está virando tendência. Por quê? Com o advento do big data, dos processadores orientados para IA e algoritmos de aprendizagem profunda, alguns avanços foram viabilizados, como casas, fábricas e carros inteligentes, que têm amplo apelo. Você com o poder da IBM: A inteligência artificial projetada para negócios (Patrocinado). 
Em abril de 2017, a IDC previu que as receitas mundiais para os sistemas cognitivos e de AI no ano chegariam a US$ 12,5 bilhões, e a Equinix prevê avanços ainda mais profundos dessa tendência em 2018.
Com isso, os sistemas de IA precisam interpretar e fundir dados de várias fontes que precisam ser distribuídos com modelos de construção focados em clouds e modelos de desenvolvimento na edge, para satisfazer os requisitos de processamento em tempo real. Os órgãos reguladores também têm demonstrado interesse em garantir que as aplicações de AI cumpram as leis de segurança e de residência de dados.
3. IoT ACELERA MIGRAÇÃO PARA EDGE COMPUTING:
O Gartner espera que o número de dispositivos conectados em todo o mundo aumente de 8,4 bilhões, atualmente, para 20,4 bilhões em 2020. Em 2018, os requisitos da computação para permitir a internet das coisas (IoT) migrarão, cada vez mais, para a borda da rede.
A manutenção da baixa latência é uma das principais razões pelas quais as empresas estão migrando grandes quantidades de dados de dispositivos IoT em direção ao processamento e análise na Digital Edge. Colocar a interconexão na borda, no entanto, também gerará economia de custo de rede, uma vez que as empresas filtram volumes de dados mais próximos à fonte (na borda) para obter acesso mais rápido às informações necessárias para inovações viabilizadas pela IoT, como hospitais inteligentes. Em um número crescente de regiões, os dados devem ser processados na borda para cumprir os requisitos de residência de dados.
4. ARQUITETURA PARA SISTEMAS DE CABOS SUBMARINOS GANHA DESTAQUE:
Os cabos submarinos são componentes essenciais para a internet, já que quase todo o tráfego global de dados passa por eles. Em meio ao crescente tráfego projetado, o investimento em novos cabos vem também aumentando.
De acordo com a TeleGeography, os custos globais de construção de cabos submarinos deverão ultrapassar US$ 2 bilhões em 2018, pelo terceiro ano consecutivo. Desde 2012, esses custos não ultrapassavam US$ 1 bilhão. Durante esse boom de construção, nota-se uma nova arquitetura surgindo, que reduzirá custos, melhorará a agilidade de implantação e os benefícios da interconexão.
Os avanços na tecnologia laser permitiram que os cabos submarinos ultrapassassem as estações cruzando o oceano para atingir diretamente data centers de varejo multiusuários no continente. Isso significa que os clientes desse sistema obtêm acesso direto e de baixa latência aos inúmeros ecossistemas industriais hospedados. Isso aumenta o apelo do sistema de cabos submarinos para seus clientes potenciais.
5. SDN/NFV TRANSFORMA REDES: 
Uma mudança fundamental na aceitação pelas empresas de redes definidas por software (SDN) e tecnologias de virtualização das funções de rede (NFV) está em andamento e reorientando a forma como as grandes empresas arquitetam suas redes de área ampla (WANs) para ampliar seus serviços de acesso à cloud. Esta mudança ganhará força em 2018.
As empresas não podem mais se dar ao luxo de redirecionar o tráfego usando as caras redes MPLS de suas filiais para uma localização centralizada, na qual aplicam políticas de segurança de rede em equipamentos físicos, antes de acessar a cloud.
Em sua estimativa mais recente, a IDC prevê expansão para o mercado mundial de Data Centers SDN a uma taxa de crescimento anual composta de 25,4% entre 2016 e 2021, quando chegará a quase US$ 13,8 bilhões.
6.  SOBERANIA E AUDITORIA DE DADOS:
Diversas normas importantes de privacidade, segurança e soberania de dados serão estabelecidas em 2018 e todas trarão grandes implicações para as empresas, como o Regulamento Geral de Proteção de Dados (General Data Protection Regulation - GDPR) restringe a transferência de dados na União Europeia para países que sejam compatíveis com a norma, o que pode afetar as transferências entre empresas da UE e importantes parceiros de negócios internacionais.
Outra novidade será o relatório de Registro Auditoria Consolidada (Consolidated Audit Trail - CAT) nos Estados Unidos exige que as empresas efetuem o registro de todas as transações de valores mobiliários e assegurem a precisão dos serviços de cronometragem no nível de nanosegundos.
Além disso, há a Diretiva de Mercados em Instrumentos Financeiros (Markets in Financial Instruments Directive - MiFID ii) na Europa impõe novos requisitos de geração de relatórios e testes às empresas de investimento.
A aplicação do GDPR e leis similares de soberania de dados em todo o mundo exigirá que as organizações utilizem data centers em várias regiões para armazenar dados localmente. O CAT e a MiFID II também exigem que as organizações registrem transações financeiras em um nível granular, o que, por sua vez, exige que as organizações tenham um sistema de relógio interno minuciosamente sincronizado em vários data centers.  
7.     MUTICLOUD DEMANDA ACESSOS A PLATAFORMAS HÍBRIDAS DE TI:
O Gartner afirma que "estratégias multicloud se tornarão frequentes para 70% das empresas até 2019”. À medida que a multicloud se torna mais prevalente, vemos a crescente necessidade das empresas de controlar seu gerenciamento em uma plataforma de TI híbrida.
As empresas estão distribuindo suas aplicações em várias clouds, com base no melhor modelo para o negócio. Além disso, as empresas dependem cada vez mais de clouds redundantes para apoiar a continuidade do negócio e as iniciativas de recuperação de desastres. Isso exige uma estratégia multicloud que possa ser implantada em uma infraestrutura de TI híbrida (local e cloud).
8.  PROLIFERAÇÃO DA TRANSFORMAÇÃO DIGITAL (DX):
A IDC descreve uma plataforma de transformação digital (DX) como viabilizadora da “criação rápida de produtos, serviços e experiências digitais voltados para o público externo, ao mesmo tempo em que moderniza agressivamente o ambiente ‘inteligente central’”. Prevê ainda que, até 2020, 60% das empresas terão adotado uma estratégia de plataforma DX em toda a organização.
Para acelerar essa mudança, as empresas de plataforma DX estão investindo mais em interfaces abertas de programação de aplicativos (APIs) e portais de desenvolvimento para clientes/parceiros em 2018.
Uma plataforma DX habilitada para API, orientada para o exterior, acelera o desenvolvimento e a integração de serviços digitais e fornece ferramentas mais inteligentes para automação e orquestração de TI. Também promove a inovação e um prazo de lançamento no mercado mais rápido para novas soluções. Nas plataformas DX, as empresas podem colaborar em ecossistemas constituídos por clientes interconectados, prestadores de serviços e parceiros de negócios.
Com as empresas passando a disponibilizar serviços por meio de uma plataforma DX acionada pela API, muitos terão que satisfazer desempenho, disponibilidade e SLAs relacionados à segurança para isso.
Fonte: Revista CIO - Oito projeções para a TI em 2018. Você está preparado?

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL REVOLUCIONANDO OS NEGÓCIOS

A tecnologia já mudou os negócios com a digitalização de processos, gestão de documentos e controle de estoque, e, agora, a Inteligência Artificial (IA) está indo além e deve transformar, completamente, todas as esferas do setor, se tornando uma ferramenta essencial antes, durante e após as vendas.

Com o poder de analisar grandes quantidades de dados, automatizar ações e aprender com os resultados, a IA tem o potencial de fazer que as áreas de vendas trabalhem de forma mais inteligente e efetiva, criando oportunidades de negócios reais.

Dentro da Inteligência Artificial, encontramos diferentes tipos de aplicações tecnológicas que podem ser utilizadas para aprimorar as vendas.

MACHINE LEARNING
É comum as pessoas utilizarem os termos Inteligência Artificial e Machine Learning como uma só ideia, mas trata-se de conceitos diferentes. De forma bem simples, a tecnologia Machine Learning ou Aprendizado de Máquina é uma subcategoria dentro da IA, que coleta dados e utiliza algoritmos para aprender com eles, e, então, determinar uma ação ou fazer uma previsão.

Sabe quando você faz uma pesquisa em um site e depois vê anúncios em suas redes sociais sobre o produto que estava procurando? É a tecnologia que registra e analisa seu comportamento de navegação e, com isso, pode oferecer uma abordagem customizada de acordo com o seu perfil. Porém, essa é uma das utilizações mais simples e comuns de Aprendizado de Máquina em vendas. Cada dia mais, sua aplicação se torna mais específica e efetiva.

Analisando o comportamento on-line de potenciais clientes, a tecnologia consegue traçar previsões e dizer se esse cliente está pronto para fazer uma compra. Essas informações são passadas para a equipe de vendas, que pode fazer uma abordagem comercial mais adequada no melhor momento, aumentando as chances de sucesso.

A empresa de tecnologia, SAP, apresentou este ano no SAP Forum, maior evento de negócios e tecnologia da América Latina, o showcase Vitrine Inteligente. Trata-se de uma nova era da aplicação de Machine Learning, neste caso, aproveitando a abordagem off-line. Com a tecnologia SAP Leonardo Machine Learning foi possível criar vitrines interativas: quando o potencial cliente para em frente à loja, uma câmera capta sua imagem e identifica informações como características físicas, idade, sexo, as cores de suas roupas e quais acessórios está utilizando, e, por meio de uma leitura mais profunda das suas expressões, define até seu humor. Com esses dados, o sistema apresenta, em uma tela, diferentes sugestões personalizadas de compra.

“A Vitrine Inteligente ainda se conecta à Internet e explora feeds sociais e outras fontes para descobrir as tendências da moda e os últimos lançamentos. Tudo isso proporciona uma experiência de compra única, intuitiva e personalizada para o consumidor”, explica Elia Chatah, especialista em soluções de Varejo da SAP Brasil.

Para os lojistas, além dos benefícios na experiência do cliente, também é possível obter previsões de demanda, o que auxilia na tomada de decisão de compras e evita tanto a falta de produtos quanto estoques excessivos.


CHATBOTS
As empresas sabem que é muito mais difícil conquistar um novo cliente do que fazer uma nova venda para alguém que já comprou de você. Por isso, investir em fidelização é fundamental, e o atendimento e o envolvimento do cliente no processo de compra e no pós-venda são definitivos para que ele seja fidelizado ou não.

“Chatbots podem ser grandes aliados nesse desafio. Eles estão sempre disponíveis para os clientes, a qualquer hora e lugar, e podem realizar inúmeras tarefas junto com o cliente, como acompanhar um pedido, sugerir produtos, encontrar itens, gerenciar o carrinho e muito mais”, afirma Rodrigo Marcondes, vice-presidente de vendas para SAP Hybris no Brasil.

Um exemplo é o assistente virtual Charly, desenvolvido pelo centro de pesquisa e desenvolvimento da empresa SAP Hybris. Ele é inteiramente dedicado a simplificar o dia a dia dos consumidores por meio de apps de mensagens instantâneas. Além de auxiliar o cliente em diversos tipos de interações, o Charly pode até fazer buscas por meio da simples inserção de emojis. O chatbot utiliza Machine Learning para aprender continuamente e aperfeiçoar o seu atendimento aos usuários.

Segundo uma pesquisa recente da consultoria Gartner, em alguns anos, 89% das empresas competirão principalmente para oferecer a melhor experiência do cliente, e, em cinco anos, a IA gerenciará 85% das relações com o cliente. Depois de automatizar processos massivos e repetitivos, chegou a vez de a Inteligência Artificial trazer melhores resultados para as empresas, sejam elas grandes corporações ou pequenas e média empresas.

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

2018 CHEGA COM NOVAS MUDANÇAS NAS NOTAS FISCAIS

Alterações em 1º de janeiro afetam fabricantes, distribuidores, varejistas e atacadistas.

O ano de 2018 chega com várias mudanças no preenchimento e emissão das Notas Fiscais. A medida afetará fabricantes, distribuidores, varejistas e atacadistas. Por isso, os profissionais da contabilidade devem ficar atentos a essas novas obrigações na rotina de atendimento às empresas. Além da implementação do e-Social e a EFD-Reinf (Escrituração Fiscal Digital de Retenções e Outras Informações Fiscais), agora os documentos fiscais, para serem validados com as Secretarias da Fazenda (SEFAZ), têm que trazer os campos EAN (cEAN) e EAN Tributado (cEANTrib) preenchidos. Será preciso também preencher algumas informações no GTIN (Global Trade Item Number), que são os números que formam o código de barras de um item.

“Esse código é a identificação global para a comercialização de produtos. Seu preenchimento é obrigatório desde 2011, mas o que muda agora é que será preciso depender deles para validar uma Nota Fiscal. A SEFAZ irá rejeitar NF-e e NFC-e não cadastradas ou que não contenham as informações conforme a exigência”, afirma o contador e conselheiro Alexandre Andrade, do Conselho Regional de Contabilidade do Rio de Janeiro (CRCRJ).

A obrigatoriedade tem data para começar: 1º de janeiro. A alteração afeta desde grandes indústrias até pequenos empresários de diversos setores. Empresas fabricantes de brinquedos e jogos recreativos serão as primeiras a serem afetadas pela exigência.

“É preciso ter organização e um bom sistema de gestão financeira que emita Notas Fiscais e armazene todas as informações necessárias para a validação exigida pela SEFAZ”, explica Andrade.


Veja abaixo o cronograma com os setores empresariais afetados pelas mudanças:
  • 1º de janeiro de 2018 – Fabricantes de brinquedos e jogos recreativos;
  • 1º de fevereiro de 2018 – Processamento de fumo e fabricantes de cigarros;
  • 1º de março de 2018 – Fabricantes de produtos farmacoquímicos e farmacêuticos;
  • 1º de abril de 2018 – Fabricantes de aparelhos elétricos e eletrônicos, diversos itens de informática e telecomunicações e equipamentos para fins diversos;
  • 1º de maio de 2018 – Fabricantes de alimentos e bebidas diversos;
  • 1º de junho de 2018 – Floricultura, horticultura, pesca, extração, beneficiamento de pedras diversas;
  • 1º de julho de 2018 – Fabricantes têxtil e de vestuário;
  • 1º de agosto de 2018 – Fabricantes de itens em madeira, celulose, couro, químicos e outros;
  • 1º de setembro de 2018 – Fabricantes de artefatos de borracha, plástico, vidro, metais, ferro, entre outros;
  • 1º de outubro de 2018 – Setores de transporte, armazenamento de grãos, serviços de hospedagem, audiovisual, restaurantes, telefonia, internet, entre outros;
  • 1º de novembro de 2018 – Outras atividades financeiras;
  • 1º de dezembro de 2018 – Atividades variadas não citadas anteriormente.
É bom lembrar que o layout das Notas Fiscais Eletrônicas (NF-e) já havia sido atualizado em 2017. Em 2 de outubro passou a ser obrigatório, para o ambiente de produção, o modelo 4.0 do documento. Em julho, a nota já havia sido implementada para ambientes de homologação; e agora todos têm até 2 de abril de 2018 para adequar suas emissões, quando o antigo modelo 3.10 – que entrou em vigor em 2015 – será desativado.

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

BLOCKCHAIN REVIGORA EMPRESAS TRADICIONAIS COMO IBM

O Blockchain está ficando mais importante para a IBM.


A demanda pela tecnologia, mais conhecida por respaldar o bitcoin, está crescendo tanto que será um dos maiores usuários de capacidade no próximo ano em cerca de 60 centros de dados que a IBM aluga para outras empresas em todo o mundo. A IBM foi uma das primeiras grandes companhias a vislumbrar o potencial do blockchain e contribuiu para uma iniciativa de código aberto e incentivou startups a experimentar a tecnologia em sua nuvem gratuitamente.

O fato de que uma empresa de 106 anos como a IBM esteja apostando alto no blockchain mostra o quanto o livro-razão digital avançou desde seus primórdios, quando era usado como base para transações de drogas em bitcoin na dark web. O mercado de produtos e serviços relacionados ao blockchain atingirá US$ 7,7 bilhões em 2022, em contraste com US$ 242 milhões no ano passado, de acordo com a empresa de pesquisa Markets & Markets.

Isso está criando novas oportunidades para alguns dos antigos líderes do mundo da tecnologia, empresas como a IBM e a Microsoft, que estão fazendo a transição para os serviços na nuvem. E produtos que haviam saído de moda, como os bancos de dados vendidos pela Oracle, estão se tornando atraentes de novo.

“Todas essas coisas terão uma nova vida por causa do blockchain”, disse Jerry Cuomo, vice-presidente de tecnologia da IBM Blockchain. “Nossa equipe de vendas adora blockchain porque um cliente que está comprando blockchain raramente sai da loja só com blockchain. Eles saem com várias coisas no carrinho.”

Como várias empresas — como todas as partes envolvidas em uma cadeia de abastecimento — podem usar o mesmo blockchain, a IBM foi levada a reavaliar a forma de compensar seus associados de vendas. Antigamente, os representantes de vendas recebiam pagamento quando seus clientes compravam tecnologias diretamente da IBM. Agora, eles também receberão uma comissão quando os clientes encorajarem outras empresas a se juntarem a elas em uma rede de blockchain e a usar os sistemas e serviços da IBM, disse Cuomo.

SETOR BRILHANTE
O blockchain permite que empresas que fazem negócios entre si possam registrar as transações com segurança. Seu ponto forte é a confiabilidade: é difícil reverter ou modificar o que foi gravado. O blockchain também pode armazenar muito mais documentos e dados que o armazenamento tradicional de banco de dados, o que possibilita ter informações e fazer análises mais detalhadas. Também pode conter contratos embutidos, como um contrato de arrendamento para um carro, cuja chave virtual pode ser transferida para um banco em caso de incumprimento.

“Blockchain é um dos setores brilhantes da tecnologia”, disse Roger Kay, presidente da Endpoint Technologies Associates. “Como a infraestrutura de blockchain é bastante robusta, haverá um grande conjunto de receita associada com vendas de equipamentos, software e serviços relacionados para instalações de blockchain.”

Em outubro, a Oracle anunciou a formação do Oracle Blockchain Cloud Service, que ajuda os clientes a ampliar aplicativos existentes, como sistemas de gerenciamento de recursos empresariais. Um mês antes, a rival SAP informou que clientes em setores como fabricação e cadeia de abastecimento estavam testando seu serviço na nuvem. E, em 20 de novembro, a Microsoft expandiu sua parceria com o consórcio R3 para facilitar que instituições financeiras implementem blockchains em sua nuvem Azure.

A IBM, por sua vez, foi uma das principais empresas por trás do consórcio Hyperledger, um projeto de código aberto sem fins lucrativos que pretende criar padrões eficientes para o uso comercial da tecnologia blockchain. A IBM também oferece às empresas uma versão gratuita do blockchain em sua nuvem.

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

NOTA TÉCNICA 2017.002 - IMPLEMENTA NOVA TABELA CFOP


Foi publicada no dia 18 de dezembro de 2017 a Nota Técnica 2017.002 , que implementa novos registros e indicadores na Tabela CFOP e altera algumas regras de validação. Essa NT afeta a Nota Fiscal eletrônica, modelo 55, e a Nota Fiscal do Consumidor eletrônica, modelo 65.

Prazos de implantação

O que muda?

A NT 2017.002 apresenta novos registros e indicadores na Tabela CFOP do Portal da NFe.

Novos Registros

Foram implementados 20 novos CFOPs ao todo. Essa implementação é uma adaptação para atender as cláusulas previstas no Ajuste SINIEF 18/2017.
Confira cada um dos novos CFOPs e suas respectivas notas explicativas:


1.131 – Entrada de mercadoria com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço, decorrente de operação de ato cooperativo.
Classificam-se neste código as entradas de mercadorias com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço, proveniente de cooperado, bem como proveniente de outra cooperativa, em que a saída tenha sido classificada no código “5.131 – Remessa de produção do estabelecimento com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço.”

1.132 – Fixação de preço de produção do estabelecimento produtor, inclusive quando remetidas anteriormente com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço, em ato cooperativo, para comercialização.
Classificam-se neste código as entradas para comercialização referentes a fixação de preço de produção do estabelecimento do produtor, inclusive quando remetidas anteriormente com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço de ato cooperativo cuja saída tenha sido classificada sob o código “5.132 – Fixação de preço de produção do estabelecimento, inclusive quando remetidas anteriormente com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço de ato cooperativo.”

1.135 – Fixação de preço de produção do estabelecimento produtor, inclusive quando remetidas anteriormente com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço, em ato cooperativo, para industrialização.
Classificam-se neste código as entradas para industrialização referentes a fixação de preço de produção do estabelecimento do produtor, inclusive quando remetidas anteriormente com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço de ato cooperativo cuja saída tenha sido classificada sob o código “5.132 – Fixação de preço de produção do estabelecimento, inclusive quando remetidas anteriormente com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço de ato cooperativo.”

1.213 – Devolução de remessa de produção do estabelecimento com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço, em ato cooperativo.
Classificam-se neste código as devoluções de remessa que tenham sido classificadas no código “5.131 – Remessa de produção do estabelecimento, com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço de ato cooperativo.”

1.214 – Devolução de fixação de preço de produção do estabelecimento produtor, de ato cooperativo
Classificam-se neste código as devoluções de fixação de preço de produção do estabelecimento produtor cuja saída tenha sido classificada no código “5.132 – Fixação de preço de produção do estabelecimento, inclusive quando remetidas anteriormente com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço de ato cooperativo.”

2.131 – Entrada de mercadoria com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço, decorrente de operação de ato cooperativo.
Classificam-se neste código as entradas de mercadorias com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço, proveniente de cooperado, bem como proveniente de outra cooperativa, em que a saída tenha sido classificada no código “6.131 – Remessa de produção do estabelecimento com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço.”

2.132 – Fixação de preço de produção do estabelecimento produtor, inclusive quando remetidas anteriormente com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço, em ato cooperativo, para comercialização
Classificam-se neste código as entradas para comercialização referentes a fixação de preço de produção do estabelecimento do produtor, inclusive quando remetidas anteriormente com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço de ato cooperativo cuja saída tenha sido classificada sob o código “6.132 – Fixação de preço de produção do estabelecimento, inclusive quando remetidas anteriormente com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço ou fixação de preço de ato cooperativo.”

2.135 – Fixação de preço de produção do estabelecimento produtor, inclusive quando remetidas anteriormente com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço, em ato cooperativo, para industrialização.
Classificam-se neste código as entradas para industrialização referentes a fixação de preço de produção do estabelecimento do produtor, inclusive quando remetidas anteriormente com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço de ato cooperativo cuja saída tenha sido classificada sob o código “6.132 – Fixação de preço de produção do estabelecimento, inclusive quando remetidas anteriormente com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço ou fixação de preço de ato cooperativo.”

2.213 – Devolução de remessa de produção do estabelecimento com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço, em ato cooperativo.
Classificam-se neste código as devoluções de remessa que tenham sido classificadas no código “6.131 – Remessa de produção do estabelecimento, com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço de ato cooperativo.”

2.214 – Devolução de fixação de preço de produção do estabelecimento produtor, de ato cooperativo.
Classificam-se neste código as devoluções de fixação de preço de produção do estabelecimento produtor cuja saída tenha sido classificada no código “6.132 – Fixação de preço de produção do estabelecimento, inclusive quando remetidas anteriormente com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço de ato cooperativo.”

5.131 – Remessa de produção do estabelecimento, com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço, de ato cooperativo.
Classificam-se neste código as saídas de produção de cooperativa, de estabelecimento de cooperado, com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço.”

5.132 – Fixação de preço de produção do estabelecimento, inclusive quando remetidas anteriormente com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço de ato cooperativo.
Classificam-se neste código a fixação de preço de produção do estabelecimento do produtor, inclusive quando cuja remessa anterior tenha sido classificada sob o código “5.131 – Remessa de produção do estabelecimento, com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço, de ato cooperativo.”

5.213 – Devolução de entrada de mercadoria com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço, em ato cooperativo.​
Classificam-se neste código as devoluções de entradas que tenham sido classificadas no código “1.131 – Entrada de mercadoria com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço, decorrente de operação de ato cooperativo.”

5.214 – Devolução de fixação de preço de produção do estabelecimento produtor, inclusive quando remetidas anteriormente com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço, de ato cooperativo, para comercialização.
Classificam-se neste código as devoluções de fixação de preço de mercadorias do estabelecimento produtor cuja entrada para comercialização tenha sido classificada no código “1.132 – Fixação de preço de produção do estabelecimento produtor, inclusive quando remetidas anteriormente com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço de ato cooperativo.”

5.215 – Devolução de fixação de preço de produção do estabelecimento produtor, inclusive quando remetidas anteriormente com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço, de ato cooperativo, para industrialização.
Classificam-se neste código as devoluções de fixação de preço de mercadorias do estabelecimento produtor cuja entrada para industrialização tenha sido classificada no código “1.135 – Fixação de preço de produção do estabelecimento produtor, inclusive quando remetidas anteriormente com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço de ato cooperativo.”

6.131 – Remessa de produção de estabelecimento, com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço de ato cooperativo.
Classificam-se neste código as saídas de produção de cooperativa, de estabelecimento de cooperado, com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço.”

6.132 – Fixação de preço de produção do estabelecimento, inclusive quando remetidas anteriormente com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço ou fixação de preço de ato cooperativo
Classificam-se neste código a fixação de preço de produção do estabelecimento do produtor, inclusive quando cuja remessa anterior tenha sido classificada sob o código “6.131 – Remessa de produção de estabelecimento, com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço de ato cooperativo”.

6.213 – Devolução de entrada de mercadoria com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço, em ato cooperativo
Classificam-se neste código as devoluções de entradas que tenham sido classificadas no código “2.131 – Entrada de mercadoria com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço, decorrente de operação de ato cooperativo”.

6.214 – Devolução de fixação de preço de produção do estabelecimento produtor, inclusive quando remetidas anteriormente com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço, de ato cooperativo, para comercialização.
Classificam-se neste código as devoluções de fixação de preço de mercadorias do estabelecimento produtor cuja entrada para comercialização tenha sido classificada no código “2.132 – Fixação de preço de produção do estabelecimento produtor, inclusive quando remetidas anteriormente com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço de ato cooperativo.”

6.215 – Devolução de fixação de preço de produção do estabelecimento produtor, inclusive quando remetidas anteriormente com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço, de ato cooperativo para industrialização.
Classificam-se neste código as devoluções de fixação de preço de mercadorias do estabelecimento produtor cuja entrada para industrialização tenha sido classificada no código “2.135 – Fixação de preço de produção do estabelecimento produtor, inclusive quando remetidas anteriormente com previsão de posterior ajuste ou fixação de preço de ato cooperativo.”

 



Novos Indicadores

Os novos indicadores vinculados ao CFOP são:
  • Indicador de CFOP de retorno de mercadorias (indRetor=1) ;
  • Indicador de CFOP de anulação de valor (indAnula=1) ;
  • Indicador de CFOP de remessa de mercadorias (indRemes=1) .
  • Indicador de CFOP de combustível sem informação de transporte obrigatória (indComb=1) .
  • Indicador de CFOP de combustível com informação de transporte obrigatória (indComb=2) .

Regras de Validação

Algumas regras de validação pré-existentes foram alteradas para comportar os novos indicadores de CFOP. Não foi criada nenhuma nova regra de validação.
Veja quais rejeições foram alteradas:

Grupo L. Item / Combustível

  • Rejeição 660: Obrigatória a informação do grupo de combustível para os CFOP constantes na Tabela CFOP indComb =1 ou 2 ."

Grupo N. Item / Tributo: ICMS

  • Rejeição 508: "(...)   Exceção 2: A regra de validação acima não se aplica, para o CST=50 (Suspensão), nas operações com CFOP de Retorno de Mercadorias Tabela CFOP indRetor =1) , nem nas operações com CFOP de Remessa de Mercadorias Tabela CFOP , indRemes=1) , e nem nas operações com CFOP 5.949 ou 6.949.
  • Rejeição 663 : "(...) Exceção 2: A regra de validação acima não se aplica para as operações com CFOP de Retorno de Mercadorias (TabelaCFOP indRetor =1) ."
  • Rejeição 693 : "(...) Exceção 3: A regra de validação acima não se aplica para as operações com CFOP de Retorno de Mercadorias ou Anulação de Valor Tabela CFOP indRetor =1 ou indAnula =1) ."

Grupo NA. Item / Tributo: ICMS para UF de Destino

  • Rejeição 694: "(...) Exceção 4: A regra de validação acima não se aplica para as operações com CFOP de Retorno de Mercadorias (TabelaCFOP indRetor =1) (...)   Exceção 8: A regra de validação acima não se aplica para as operações com CFOP de Remessa de Mercadoria (Tabela CFOP indRemes =1) ."
  • Rejeição 698 : "(...) Exceção 1: A regra de validação acima não se aplica para as operações com CFOP de Retorno de Mercadorias TabelaCFOP indRetor =1) ."
  • Rejeição 699 : "(...) Observação: Nas operações que não sejam de finalidade de emissão normal (finNFe<>1) ou nas operações com CFOP de Retorno de Mercadorias (Tabela CFOP , indRetor=1) considerar o ano da NF referenciada em substituição ao ano da Data de Emissão. 

Grupo X. Transporte da NF-e

  • Rejeição 362: "Obrigatória a informação de identificação do Transportador para os CFOP de venda de combustível (tag: CNPJ/CPF, id:X04/X05) com esta obrigatoriedade na Tabela CFOP indComb =2 . "


Anexos

Nota Técnica 2017.002

Tabela de CFOP - Vigência 01-jan-2018