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segunda-feira, 14 de agosto de 2017

SAP: HOW YOU CAN DEFINE INPUT FIELDS WITH A DEFAULT VALUE

Very often, when you work with the same Company Code, the same Cost Center or the same Purchase Organization (the list can be very large) you always enter the same value when you have to complete these fields. This makes you waste time, since having some fields always with a default value would save you some minutes.




Well, in fact, this is very easy to solve. I will show you this with one specific field. You can apply this to many input fields, not to all of them. In case you work always with the same Company Code, do the following:

1) Find a transaction where you have this input field available. For example: F-02

2) Press F1 (Help) on the field and then choose “Technical Info”

3) A small window will appear. Look to the field “Parameter ID” and write down the value that you see there. In this case, the value is “BUK”. Remember this for the following steps

4) Access transaction SU3 (Maintain User Profile) and click on the “Parameters” tab

5) Go to the bottom of the list and firstly add manually the “Parameter ID” (“BUK” in our case) and then the value that you need to have as default for the Company Code (“1509” in this case)

6) Save your entry

7) Be sure the entry is in your list after you save (search by alphabetical order)

8) Logout, login and enter F-02 again. You will see now that you have the Company Code already defined

Very easy, right? You just define it once and you save many minutes with this functionality.

Other useful fields to defined are: 
  • “Controlling Area” (CAC)
  • “Purchasing Group” (EKG)
  • “Purchasing Organization” (EKO)
  • “Business Area” (GSB)... 
...and many other that may apply to your daily operation. Just follow the previous fields to add them to your profile.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

MERCADO DE BIG DATA - EDIÇÃO DE AGOSTO DA PARTNERSALES

ANÁLISE E OPORTUNIDADE PARA AS REVENDAS DE TI
Com projeção de movimentar mais de US$ 840 milhões em vendas este ano no Brasil, o mercado de Big Data e Analytics está cada vez mais presente no debate das empresas. Este é um campo que ainda está começando a crescer. Até 2020, por exemplo, a expectativa do IDC é de que este segmento mais que dobre seu faturamento por aqui, impulsionado por conceitos com Internet das Coisas e Computação em Nuvem.

Na próxima vez em que você utilizar seu smartphone para checar qual é o trajeto mais rápido do trabalho para casa, lembre-se de que seu aplicativo está usando e analisando uma série de dados e metadados gerados por carros, sistemas de GPS, redes de segurança etc. E sabe por que você deve lembrar disso? Porque o responsável por boa parte dessa demanda é o Big Data, e ele poderá ser uma grande oportunidade também para sua revenda de TI.

A razão para este pensamento é simples: o Big Data tem se mostrado como uma questão imperativa para o futuro das organizações – ou seja, de seus clientes. Afinal de contas, todos os dias uma verdadeira enxurrada de dados é gerada por consumidores e processos internos em cada uma dessas operações. E saber lidar com isso, ao que parece, não é mais uma questão de escolha para as companhias.

Na prática, isso quer dizer que, enquanto mercados como o de Hardware vivem uma era de estagnação e queda, o cenário de Analytics e dos grandes dados está se expandindo. De acordo com o IDC, por exemplo, a expectativa é de que, em 2017, este mercado movimente mais de US$ 840 mi, somente no Brasil. E este é só o começo de uma jornada.

Isso porque, segundo a consultoria, apenas pouco mais de 10% das empresas investem de fato em tecnologias inovadoras, que incluem a Internet das Coisas (IoT), Blockchain e Analytics, entre outras. Até 2020, no entanto, as projeções indicam o aumento significativo desse montante, o que deverá ajudar a pelo menos dobrar os resultados deste segmento no país.


UM MERCADO CONSCIENTE, MAS EM DESENVOLVIMENTO
Mesmo se você acha que as discussões sobre IoT, Nuvem e afins estão mais acaloradas e presentes nas reuniões das empresas, a verdade é que muito tem sido feito para colocar a análise de dados dentro das companhias. “A adoção de Big Data é parte essencial para a transformação de TI, sendo importante para a criação de diferenciais competitivos e uso inteligente das informações”, avalia Luiz Gustavo Andrade, gerente sênior de Produtos para a área de soluções de Data Center da Lenovo.

A expectativa, porém, é que essa possibilidade de negócio – que hoje já vem ganhando espaço – se posicione com ainda mais destaque nos próximos anos. Por isso, a Lenovo acredita que essa área represente de 8 a 12% do faturamento da área de TI em 2018.

Mais do que números em profusão, o fato é que este mercado deve também ganhar em importância para o debate de tecnologia no Brasil. “O Big Data deixou de ser algo que era restrito a grandes corporações e institutos de pesquisa para, hoje, ser muito mais acessível às organizações de diversos tamanhos no Brasil”, avalia Rodrigo Guercio, diretor de Soluções e Tecnologia da Hewlett Packard Enterprise (HPE).

Na visão do executivo, já é possível que empresas de todos os segmentos possam tirar proveito da análise massiva de dados. “Existem inúmeras aplicações disponíveis. Há, por exemplo, soluções que podem ajudar as companhias a conhecerem, avaliarem e responderem melhor a seus clientes”, diz o diretor, que destaca também as soluções voltadas à gestão empresarial ou de produto como oportunidades em ascensão.

Guercio salienta, ainda, que o trabalho da HPE tem sido justamente o de atender essas demandas. “Temos ajudado muitos clientes a identificar qual é a melhor tecnologia e estratégia de consumo, assessorando como extrair e processar as informações que são críticas para o negócio”, enfatiza. Para entregar esse apoio, a companhia adotou um plano de ação que inclui a aquisição de soluções complementares, como a SGI, e a definição de parcerias com fornecedores de softwares específicos.

Outra desenvolvedora que foca a entrega de ferramentas fim a fim é a Cisco. A fabricante acredita que o conceito de Big Data está em evolução no mercado brasileiro, com as empresas avançando do estágio de experimentação para a utilização mais intensa dos recursos de análise de dados. “Mas ainda há muita coisa por vir ainda quando o assunto é Big Data”, pondera Erike Souza, consultor de Engenharia-Datacenter da Cisco Brasil.

O executivo respalda sua opinião justamente a partir da tendência de expansão da Internet das Coisas. “Este mercado deve dar impulso ainda maior para o conceito de Big Data, com máquinas e dispositivos capturando dados que precisam ser armazenados e processados nos data center corporativos ou em ambientes cloud”, explica.

Nesse cenário, ter soluções simples e confiáveis para se integrar os dados é essencial. E é isso que a companhia prepara com a arquitetura de servidores Cisco UCS, que foi desenhada para garantir expansão e automatização dos ambientes de data center de forma ágil. “Além disso, temos alianças e integrações de nossas soluções de infraestrutura para data center com diversas distribuições Hadoop, como Cloudera, Splunk, MapR, Hortonworks e SAP”, observa Souza.


BIG DATA: A JORNADA PARA O RESULTADO
Na visão da IBM, a utilização dos dados será essencial para quem quiser aproveitar as vantagens competitivas da tecnologia. “O mercado de Analytics já tem mostrado uma enorme relevância para os negócios. Mas isso ainda é só o começo: em pouco tempo, e ainda mais com a Nuvem e o IoT se fortalecendo, o Big Data será um fator não apenas de caminho para as empresas, mas, sim, um verdadeiro gerador de resultados e estratégias”, diz Paschoal D’Auria, executivo de Analytics da IBM Brasil.

O ponto de vista do especialista é válido, inclusive, para a própria desenvolvedora. “Em termos globais, o setor em que a análise de dados está inserido representa cerca de 40% de todo o faturamento global de nossa empresa”, diz Paschoal. Para tanto, a fabricante aposta no desenvolvimento de um portfólio completo para atender a demanda por análise, armazenamento e otimização das informações.

Já para a Oracle, com a migração da fase de testes para o uso real do Big Data nas empresas brasileiras, cresce a demanda por retorno e resultado. “Não adianta apenas coletar informações e armazená-las em um repositório. É preciso utilizar esses dados com análise e soluções que, de fato, ajudem a melhorar o negócio do cliente”, destaca Marcio Gadaleta, diretor de Desenvolvimento de Negócios para Big Data & Analytics na Oracle do Brasil.

A companhia tem trabalhado em plataformas de gerenciamento que são vendidas no formato de “as a service”, com opções que miram atender empresas de todos os tamanhos. “O Big Data não é só o Hadoop, com dados estruturados. Nosso objetivo e desafio é atender e provar o valor da análise de informações não-estruturados, de acordo com a demanda do cliente”, fala Gadaleta.

Nesse mesmo sentido, Rui Botelho, vice-presidente de Vendas para Core Industries da SAP Brasil, pontua que a utilização de conceitos e soluções de Big Data pelas empresas brasileiras já é uma realidade, sobretudo em setores que precisam de grandes volumes de informação para tomada de decisões mais precisas. “Com novas tecnologias ganhando escala nas empresas, a produção de dados está crescendo de forma exponencial. Por isso, temos investido no Brasil, com soluções abrangentes para o mercado de Big Data, como o SAP Vora, que permite analisar e enriquecer dados distribuídos e que estejam na empresa ou em ambientes externos, em Hadoop”, observa. A ideia da companhia é oferecer soluções em tempo real, como a Plataforma Hana, para ajudar os clientes a terem mais resultados.

A preocupação pela capacidade de provar o valor das informações é tanta que muitos especialistas defendem não apenas a utilização do Big Data mas, sim, de qualquer dado – por menor que ele seja. “Empresas de todos os segmentos do Brasil estão cada vez mais abertas à adoção de projetos de dados. Eu, inclusive, nem usaria mais o termo Big Data, pois o mais importante é ter uma cultura centrada em dados na sua organização, sejam estes dados ‘Big Data’ ou small data”, diz Weber Canova, vice-presidente de Tecnologia da TOTVS.

O executivo afirma que a projeção para os próximos anos é que todas as indústrias adotem dados e inteligência artificial em todos os seus processos. “As que não adotarem ficarão para trás e eventualmente não existirão mais”, ressalta. Por isso, a TOTVS tem criado soluções por vertical que combinam dados e inteligência (o mercado chama de Intelligent Apps). “Com isto, queremos democratizar o acesso a dados e inteligência, bem como ajudar nossos clientes a terem uma cultura centrada em dados”, agrega Canova.

Como uma empresa de soluções, a Lenovo tem como princípio alianças com os líderes da indústria em diversos segmentos, incluindo Big Data, para justamente alicerçar e favorecer a adoção das novas opções de TI. “Com isso, trabalhamos para proporcionar aos nossos clientes um portfólio completo, flexível e adaptável às demandas atuais e futuras”, conta Andrade.

Baseada em um portfólio de ponta a ponta, a oferta da companhia propõe adicionar uma camada de serviços profissionais aos clientes. “Dessa forma, a Lenovo consegue permitir que clientes de todos os portes tenham acesso a qualquer solução na medida certa”, observa o gerente.


OS DESAFIOS DO BIG DATA E ANALYTICS
Por outro lado, a utilização desse volume de informações gera também novas questões para as empresas. “A tecnologia de Big Data implica, necessariamente, em um volume maior de dados trafegando e sendo processado pela infraestrutura de TI tradicional, muitas vezes criando “gargalos” que não foram mensurados e planejados com antecedência”, fala Eduardo Lopes, country manager da Riverbed no Brasil.

O primeiro desafio é o da performance de negócios, que viabiliza a adoção de estruturas de Big Data minimizando e aliviando o risco da adoção de novas tecnologias no ambiente de TI atual. “A solução SteelCentral provê visibilidade de arquiteturas utilizadas e associadas ao Big Data, assim como ela própria utiliza-se da tecnologia. Com isso, fornecemos a coleta de todas as métricas de negócio, seja de aplicações ou de infraestrutura de rede, não utilizando técnicas de sampling”, explica Lopes, ressaltando o posicionamento da Riverbed nesse horizonte.

Outro dos gargalos de quem quer começar a usar o Big Data é a disponibilidade dos dados. “As aplicações de Big Data e Analytics implementadas em data centers privados e departamentos de TI precisam garantir sua disponibilidade 24x7x365 para evitar impactos nos negócios e nas operações”, lembra Alexey Strygin, diretor de pré-vendas da Veeam para a América Latina.

O trabalho da companhia, a partir dessa ótica, é oferecer uma solução mais ágil e eficiente, sem perdas ou falhas de acesso. “A Veeam combina um conjunto único de recursos em uma solução que ajuda as organizações a evitar paradas nos sistemas e perda de dados, atingir objetivos de ponto e tempo de recuperação de menos de 15 minutos, enquanto diminui significativamente os custos de proteção de dados”, conta Strygin.

As soluções de disponibilidade da Veeam são projetadas para simplificar as operações de backup e recuperação de dados e atingir a visibilidade do data center com monitoramento integrado, relatórios e ferramentas de planejamento de capacidade.

Se falando de Brasil, também é preciso destacar a crise econômica e política como um fator a ser considerado pelas companhias na hora de adotar novas soluções de tecnologia. Segundo estudos elaborados em Harvard, nos Estados Unidos, por exemplo, a transformação digital colocada em prática nos últimos anos tem dois lados: a mudança completa dos processos de produção e, também, a necessidade de se modernizar todo o ambiente legado. E isso, claro, tem seus custos.

Por isso, Gustavo Mendes, Systems Engineer da Esy, distribuidora especializada em soluções de tecnologia, ressalta que as empresas brasileiras têm apostado em Big Data como uma forma de redução de custos - e isso tem colocado o Brasil como o principal país da América Latina que investe no segmento, representando 46% deste mercado no último ano. “Graças a isso e a transformação digital, as projeções são excelentes para o segmento, inclusive com crescimentos exponenciais no uso da análise de dados”, resume.

Outro caminho, além da redução de custo e melhora de desempenho, é a possibilidade de incluir novas avaliações e insights para os negócios dos clientes. “A ideia de analisar grandes volumes de dados não estruturados é relativamente nova no panorama da TI. Ela vem, entretanto, ganhado força e se traduzindo em aplicações concretas de forma bastante rápida”, observa Marcelo Murad, diretor de Produtos e Engenharia da Westcon.

O executivo avalia que essa oportunidade deve ser levada em consideração pelos canais. “Temos desenvolvido os canais para que se engajem com os fabricantes que oferecem essa solução e conheçam todo o seu potencial”, avalia, lembrando que uma das metas da Westcon é ter no portfólio soluções de Analytics que multipliquem as opções de ganhos à disposição das revendas.


QUAL O PAPEL DOS CANAIS NESSE CONTEXTO?
Mostrar os potenciais ganhos das novas tendências de TI e deixar claro que estes recursos já são suficientemente acessíveis para qualquer nicho e porte de cliente. Este é o principal desafio das revendas no quesito “adoção do Big Data”. É preciso dizer, contudo, que esta tarefa não esconde, nem substitui, outra missão fundamental dos parceiros: conhecer bem as soluções disponíveis no mercado.

“É importante que a revenda se posicione como um parceiro estratégico do cliente, compreenda sua demanda e desenhe uma solução aderente a necessidade”, fala, Souza da Cisco. Com esse tipo de posicionamento, o executivo acredita que o canal pode não apenas atender a uma demanda pontual, mas também evoluir sua presença no cliente ao longo de todo o ciclo de vida da solução.

Ronaldo Miranda, da Arrow ECS, agrega que a oportunidade está principalmente em construir soluções de TI que atendam às necessidades de cada cliente. “Uma vez que as empresas estão buscando adaptar seu parque de TI às tendências como Big Data e tudo que as cerca, com Cloud Computing, Software as a Service e extrema segurança”, salienta.

A distribuidora, que nos últimos meses vem apresentando diversas parcerias e ações para reforçar o portfólio à disposição dos canais, aposta em um sólido programa de capacitação e treinamento para nutrir as revendas e integradoras nesta missão de solidificar o conhecimento na área.

Quem também tem trazido novidades para os parceiros é a Ingram Micro. A companhia anunciou, em junho, um plano de investimento para os próximos três anos, que prevê a aplicação de mais de US$ 10 mi na América Latina. Entre os principais focos da companhia está o impulsionamento dos negócios no setor de Big Data e infraestrutura convergente.

Leonardo Ganino, diretor executivo da Ingram Micro, afirma que a prioridade da distribuidora, para estas áreas, é ajudar os canais a terem mais ferramentas e opções para ganharem com a análise de dados e suas oportunidades. “Nós temos visto um grande crescimento de nossa unidade Advanced Solutions na América Latina como um todo e acreditamos que o melhor ainda está por vir”, reforça. 

Para isso, o fato é que o canal deve sempre ouvir os clientes e entender o tipo de negócio da empresa. “Desta forma é possível identificar os desafios e a abordagem que a empresa deseja fazer”, completa Mendes, da Esy.

E onde estão essas oportunidades? Mario Tiellet, vice-presidente de Vendas para Canais da SAP Brasil, afirma que a meta das integradoras deve ser traduzir, o volume de dados das empresas em soluções capazes de gerar diferencial competitivo nas organizações nas áreas de marketing, finanças, produção, logística e vendas. “A oportunidade de criar novas receitas para os canais está na proposta integrada ao cliente, plataforma de Big Data/Analytics em conjunto com modelos pré-configurados com painéis mostrando indicadores essenciais para a área de gestão, reduzindo assim tempo de projeto e acelerando o uso da solução”, conta.

Para preparar esse conhecimento prático, algumas fabricantes vêm desenvolvendo ações constantes de capacitação. Esse é o caso da IBM, que oferece um programa de treinamento dedicado à área, com o Big Data University. “O canal é nosso grande parceiro para levar o Big Data para os clientes. Por isso, oferecemos uma série de apoios, com a missão de capacitar e criar o conhecimento necessário para quem venderá essas soluções às empresas e consumidores”, diz Paschoal.

Dessa forma, se você vende TI e quer ganhar com o Big Data, a ideia deve partir da demanda de seus clientes. Isso, somado ao conhecimento técnico e o apoio dos fornecedores, é que poderá gerar, para seu canal, muito mais do que uma boa venda – mas, sim, uma grande projeção de sucesso!
Fonte: MERCADO DE BIG DATA - EDIÇÃO DE AGOSTO DA PARTNERSALES

segunda-feira, 31 de julho de 2017

EFD REINF: PUBLICADO MANUAL DE DESENVOLVEDOR + AMBIENTE DE HOMOLOGAÇÃO

Foi disponibilizado no dia 17/07/2017, o ambiente de produção restrita da EFD-Reinf. Sua utilização deverá ser realizada inicialmente pelas empresas de Tecnologia da Informação - TI, no período de 17 de julho a 06 de agosto de 2017. Após esse período, todos os demais contribuintes poderão ter acesso a esse ambiente.

Com isso, as empresas terão a oportunidade de validar a adequação de seus sistemas para transmissão de informações à EFD-Reinf nos leiautes estabelecidos, cuja obrigatoriedade se iniciará em janeiro de 2018 para as empresas com faturamento superior a R$78 milhões e em julho de 2018 para as demais.

Para tanto, está disponível o manual para desenvolvedores, com todas as diretrizes de uso do ambiente restrito.

Já está disponível também, um canal de comunicação com a equipe de suporte para que seja feito o registro das ocorrências reportadas pelas empresas que utilizam o ambiente. Não haverá uma resposta direta ao contribuinte através deste canal, mas os questionamentos recebidos serão convertidos em um "Perguntas e Respostas" que ficará disponível no link "Perguntas Frequentes": http://sped.rfb.gov.br/pagina/show/2246

  • A publicação é voltada aos desenvolvedores de soluções de TI para os contribuintes obrigados à EFD-Reinf. 
  • Por meio do manual, o desenvolvedor encontra explicações com todas as diretrizes necessárias ao uso do ambiente restrito.
  • Para ter acesso ao manual, clique aqui.

terça-feira, 25 de julho de 2017

O PRÓXIMO PASSO DO ATENDIMENTO DIGITAL: OS CHATBOTS

Desde que o multichannel virou pauta de reunião da alta cúpula da empresa e o SAC 2.0 tornou-se iniciativa obrigatória para aquelas que querem se manter na excelência do atendimento, muito se discute sobre qual o melhor formato para tal e o tempo que um usuário pode esperar para ser respondido na internet.

Nos últimos três ou quatro anos, o atendimento online ganhou força e hoje em dia você tem muitas portas de entrada e links para ter sua reclamação lida: desde os disponibilizados pela própria empresa, até sites terceiros como o ReclameAqui. De lá para cá, isso evoluiu e na maioria dos grandes e-commerces você consegue ir até o inbox do Facebook e ser ouvido, sem aquela parte chata da URA no telefone ou longos formulários a serem preenchidos. E a resposta que chega na janelinha do Facebook geralmente vem no mesmo tom: respeitoso e em algumas lojas, algo mais descolado.

Só que nem sempre você é respondido rapidamente: o que geralmente se espera quando nosso pedido não foi entregue, chegou outra coisa ou chegou o produto certo, mas veio danificado. A agilidade em uma resposta via inbox é o que estamos acostumados quando conversamos com os nossos amigos, e se a marca quer estar naquele mesmo canal que os nossos amigos, é como esperamos que ela se comporte.

Eu tive problemas com um grande varejista tempos atrás. Enviei inbox, ReclameAqui e preenchi aquela avaliação péssima no e-mail automático da empresa. Recebi três retornos de três pessoas diferentes; uma de cada canal (alô crosschannel, passou longe!) e a que mais demorou para me responder foi o inbox. Não os culpo, trabalho tempo suficiente nesse ramo para saber que se recebe um volume enorme de mensagens inbox por dia, outro tempão para mensagem chegar ao atendimento e ainda mais uma jornada para deixar um atendente suficientemente capacitado para contornar qualquer situação.

Diante de todos esses problemas de comunicação – e cada vez mais as pessoas querem resolver sua vida toda pela tela do celular -, surge um mecanismo que pode mitigar esse tempo médio de atendimento, ser ainda mais assertivo na identificação do problema, além de reduzir custos: o chatbot.


MAS O QUE É UM CHATBOT?
É a abreviação para a palavra robô em inglês (bot). Desde grandes multinacionais até startups, é uma inteligência artificial capaz de substituir parte do mercado de aplicativos e consiste em robôs virtuais que podem operar como um atendente da marca, executar tarefas como responder dúvidas de usuários até agendar a entrega de uma pizza, tudo isso dentro de um chat, sem necessidade de um aplicativo instalado.

O bot pode ter a capacidade de aprendizado: quanto mais mensagens ele recebe, mais ele identifica padrões e pode aprimorar as respostas dadas ao usuário. Segundo dados da Gartner, em 2018 mais de 3 milhões de trabalhadores no mundo serão liderados por robôs e 20% dos conteúdos consumidos pelas pessoas serão escritos por máquinas.

O Watson, da IBM, é o robô com mais inteligência artificial da atualidade. Ele consegue aprender tarefas e para o chatbot, pode aprender com os diálogos que trava com usuários e aprimorar suas respostas.

Quanto mais ele responde, mais ele pode responder com assertividade. Pesquise mais sobre o Watson, é um produto fantástico!

E JÁ TEM EMPRESAS USANDO?
Sim, lançado em maio de 2016 o Zak, robô musical do Superplayer, foi o primeiro no âmbito da música no Facebook Messenger. Em apenas um mês, sugeriu quatro milhões de músicas a usuários.

O Poupatempo, em São Paulo, começou a utilizar. Nos primeiros 26 dias de testes, o robô (chamado Poupinha) atendeu em média 5 mil pessoas por dia e trocou mais de 2 milhões de mensagens através do Messenger do Facebook e do Portal. Ele também fez mais de 45 mil agendamentos e recebeu 26.424 mensagens de agradecimento, algumas carinhosas ou até religiosas como “Deus te abençoe”(!).

Diversas outras empresas como Coca-Cola já estão adotando o uso dos bots e obtendo resultados expressivos.

COMO POSSO IMPLEMENTAR UM PARA MINHA EMPRESA?
Agora que você se interessou por adquirir um chatbot, pesquise por algumas empresas que já tiveram experiência com grandes clientes e que aprenderam com os erros: você terá antecipado alguns problemas. Aqui vão algumas dicas:
  • Encontre um fornecedor de chatbot que seja parceiro no projeto: fornecedor parceiro é aquele que vai te orientar e solicitar as informações no momento certo ao longo do projeto. A maioria das empresas ainda não tem toda uma base construída de perguntas e respostas para inserir na inteligência artificial.
  • Entenda a relevância de um atendimento realizado por um bot: o cliente está acostumado a usar tecnologia? Um atendimento mais frio (porém objetivo) trará uma boa imagem para a marca?
  • Em quais canais você vai implementar: o canal é favorável para tal? Tanto na tecnologia disponível para construção do bot, quanto do uso do ponto de vista do usuário, o canal precisa atender aos critérios para acolher um projeto como esse.
  • Dedique-se a enriquecer a inteligência do bot: quanto mais situações você conseguir prever, mais assertivo ele será.
  • Não há melhor atendimento que o de um humano: não enxergue a tecnologia como a solução de 100% das solicitações que chegarão até o seu canal. Nada melhor que um ser humano bem capacitado para conseguir contornar situações delicadas para a empresa.
  • Depois da experiência com o bot, qual o próximo passo do cliente? Isso é muito importante, porque de fato a experiência com a marca se firma na resolução final da dúvida/problema dele.
  • Monitore as primeiras semanas do bot, entenda se você precisa de analistas validando as respostas do bot antes delas serem enviadas aos usuários – e porque não editá-las? –, fazendo com que a inteligência do robô seja assertiva logo de cara.
  • Por último, comece pequeno e evolua ao longo do tempo: é o momento de testar e quando estiver seguro, alce vôos maiores!
Espero que você tenha gostado desse artigo e te desejo grande sucesso na construção do seu chatbot!
Fonte Complementar 1: Watson (computer)
Fonte Complementar 4: ChatterBot - Training

segunda-feira, 17 de julho de 2017

IMPLEMENTANDO TDF: CONDIÇÃO NAVS x BRF+

Pessoal... na minha opnião esse post do meu amigo Eduardo Chagas (e todas os outros tópicos que ele escreveu sobre o assunto estão citados abaixo em "Fontes Complementares") será sempre de grande importância para os consultores que pretendem fazer implementações de TDF ou S/4HANA estudarem as novas opções de determinação de Tax Code comparando a Condição NAVS e regra via BRF+:

Depois de você ter criado os cenários descritos nos documentos…
  1. Implementando TDF – Determinar Tax Code no Pedido de Compra – Tipo de condição NAVS
  2. Implementando TDF – Determinar Tax Code no Pedido de Compra usando o BRF+ – PARTE 1
Você deve estar se perguntando… Qual a vantagem ou desvantagem entre um e outro?

Na verdade você pode usar ambos conjuntamente! O sistema ira definir o tax code conforme a seguinte sequência:

  • Registro Info
  • Condição NAVS
  • BRF+ (ME_PROCESS_PO_CUST método PROCESS_ITEM)
*Caso tenha implementado os três cenários em paralelo você deve colocar uma tratativa seja na BAdI ou no BRF+ para não modificar o IVA caso o mesmo já esteja determinado seja pelo registro info ou pelo tipo de condição NAVS; ou mesmo redeterminar caso não tenha encontrado uma regra no BRF+.

Condição NAVS

Vantagem
A principal vantagem em usar o tipo de condição NAVS está na rastreabilidade. Como esta usa a técnica de condições é fácil rastrear a determinação do IVA através da análise de determinação da pricing, a qual muitos já estão familiarizados.



Desvantagem
A principal desvantagem em usar o tipo de condição NAVS está na configuração das regras (criação das tabelas e determinação da sequencia de acesso), bem como da manutenção dos registros de condição que na grande maioria dos casos deve ser feita registro por registro.



BRF+
Vantagem

A principal vantagem está na criação das regras de determinação bem como na manutenção das mesmas já que as regras podem ser exportadas e importadas, bem como as tabelas de decisão que podem ser exportadas para o excel (exemplo abaixo).


Outra grande vantagem é que você pode usar o BRF+ para fazer outras validações ou mesmo determinar valores para outros campos no pedido de compra!


Desvantagem

A desvantagem em usar o BRF+ está na rastreabilidade! Na melhor das hipóteses você pode simular os resultados, do contrário você terá que debugar a chamada para função (debug externo).

Importante:
É bom lembrar que com o TDF, você tem maior governança sobre a determinação do Tax Code. Com a ativação da função de negócio LOG_TMF_INT_1, (link 2) dois novos campos são apresentados na aba Fatura do pedido de compra para governança e controle sobre as alterações no tax code determinado automaticamente. São eles:

  • TC Auto Det.: tax code determinado automaticamente.
  • Man. TC Reason: razão para modificação manual do tax code. Neste caso o tax code somente poderá ser alterado quando um razão for informada.

*Alguns exemplos de motivos para alteração manual do Tax Code:
  • Cenário Novo 
  • Cenário é uma Exceção Dinâmica
  • Cenário Configurado Incorretamente
Além destes, três novos campos foram disponibilizados para auxiliar na determinação do Tax Code. São eles:
  • Tax Subj. (ST): Informa se o cenário é sujeito a “Substituição Tributária” (ST), baseado nas configurações.
  • Tax Incentive Type: Informa se o cenário é sujeito a qualquer incentivo fiscal (ex. REIDI).
  • Incentive ID: Complementa o incentivo fiscal com o número do projeto de incentivo fiscal (pode conter o número da Portaria, número ADE, etc.)

terça-feira, 11 de julho de 2017

CURSO S/4HANA LOGISTICS- PRESENCIAL


OBJETIVO
  • Preparar os alunos para entender as novidades e trabalhar efetivamente com o S/4 Hana Logistics. 
PÚBLICO ALVO
  • Consultores SAP já atuantes no mercado
  • Key users conhecedores do processos logístico
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
http://www.quidit.com.br/s4hana-logistics/




QUANDO?
15/07/2017 - Sábado
22/07/2017 - Sábado

Horário?

Das 09h00 ás 18h00 (total: 16 horas)

LOCAL?

Av. Paulista, 1159 – 16º andar – São Paulo/SP (ao lado da estação Trianon-Masp do Metrô)

Dúvidas?
Sergio Sanita
Skype: sergio.sanita
Whatsapp: (11) 98344-5737


Gostei. Quero me Inscrever: 

Inscrição S/4 Hana Logistics

Valor? 

R$ 2.199,00 (5% de desconto à vista)
Fonte: Curso S/4HANA LOGISTICS

quinta-feira, 6 de julho de 2017

SAP READINESS CHECK

 SAP Readiness Check for SAP S/4HANA


EN
Customers planning to convert their SAP ERP system to SAP S/4HANA, can now use the self-service tool “SAP Readiness Check for SAP S/4HANA” to evaluate the following aspects: Custom code impact with regard to reference; enhancement and modification to SAP objects; SAP S/4HANA sizing; recommended Fiori apps to replace existing transactions, relevant simplification items; and business process analytics.

PT
Os clientes que planejam converter seu sistema SAP ERP para SAP S / 4HANA, agora podem usar a ferramenta de autoatendimento "SAP Readiness Check para SAP S / 4HANA" para avaliar os seguintes aspectos: Impacto de código personalizado em relação à referência; Aprimoramento e modificação em objetos SAP; Dimensionamento SAP S / 4HANA; Recomendou aplicativos Fiori para substituir as transações existentes, itens de simplificação relevantes; E análise de processos de negócios.
Fonte: SAP Readiness Check for SAP S/4HANA
Fonte Complementar 1: S/4HANA: Readiness Check - User Guide
Fonte Complementar 2: Setting up the SAP Readiness Check for SAP S/4HANA: SAP Note 2290622  Information published on SAP site

GOOGLE CLOUD PLATFORM


Fonte: Google Cloud Platform

sábado, 1 de julho de 2017

O QUE MUDA COM A NFe 4.0?

As versões da nota fiscal eletrônica geralmente acontecem uma vez por ano ou a cada dois anos, quando são agrupadas algumas necessidades de modificação. Atualmente o leiaute da NF-e está na versão 3.10 mas uma nova versão entrará em vigor este ano, a NFe 4.0.

Esta versão conta com mudanças de layout, novas validações e novos campos que foram incluídos. A Nota Técnica 2016/002 apresenta todos os detalhes de cada modificação, mas aqui temos um resumo para você saber o que muda no seu dia a dia, na sua rotina de emissão de nota fiscal, pois muitas das mudanças são técnicas e não interferem diretamente no do usuário final.

Qual o prazo?
O prazo previsto para a implementação das mudanças é: 
  • Ambiente de Homologação: 01/06/2017 
  • Ambiente de Produção: 01/08/17 
  • Desativação da versão anterior: 06/11/17. 

O QUE MUDA COM A NFe 4.0?
O preenchimento incorreto ou a falta de informação em alguns campos já existes ou novos da NFe é o que geram as rejeições de nota fiscal. Para evitar estes problemas é preciso saber das novas validações que entrarão em vigor com a nova versão e se preparar revisando cadastros.
  • Campo Indicador de presença, incluída a opção 5 (operação presencial, fora do estabelecimento, utilizada no caso de venda ambulante). 
  • Inclusão no campo refNF (id:B07) da opção 2 = Nota Fiscal modelo 02. 
  • Criação de novo grupo “Rastreabilidade de produto” para permitir a rastreabilidade de qualquer produto sujeito a regulações sanitárias, casos de recolhimento/recall, além de defensivos agrícolas, produtos veterinários, odontológicos, medicamentos, bebidas, águas envasadas, embalagens, etc., a partir da indicação de informações de número de lote, data de fabricação/produção. 
  • Criação de campos relativos ao FCP para operações internas ou interestaduais com ST 
  • Inclusão de campo no Grupo Total da NF-e para informar o valor total do IPI no caso de devolução de mercadoria por estabelecimento não contribuinte desse imposto 
  • Alterado Grupo X-Informações do Transporte da NF-e com a criação de novas modalidades de frete. 
  • Alteração do nome do Grupo “Formas de Pagamento” para “Informações de Pagamento” com a inclusão do campo valor do troco (tag:vtroco). O preenchimento deste grupo passa a ser possível também para NFe, modelo 55. 
  • Validação do percentual informado para o FCP
  • Validação do somatório dos campos FCP, FCP-ST, IPI devolvido, quando informados nos itens. 
  • Inclusão do valor total do IPI devolvido, quando ocorrer, e do valor do Fundo de Combate à Pobreza ST no valor total da NFe. 
  • Validação para vedar o preenchimento de campos relativos a transporte quando for operação interestadual. Podendo, a critério de cada UF, a validação ser aplicada as operações internas. 
  • Validação do preenchimento do Grupo “Informações de Pagamento” para NFC-e e NF-e, a critério de cada UF. 
  • Validação para verificar o preenchimento dos campos relativos a volume e peso da mercadoria quando informado contratação do frete no campo modalidade de frete. 

DESIGN THINKING: UM MÉTODO PARA A INOVAÇÃO?

por: Maria Augusta Orofino

Design Thinking é um termo que está pipocando há alguns anos no ambiente corporativo, seja em negócios disruptivos ou em setores mais conservadores. Isso não é à toa, pois essa abordagem, quando bem aplicada, auxilia muitas instituições a criarem novos processos, produtos e serviços, ou reformular os já existentes. A abordagem é, portanto, uma grande aliada no desenvolvimento de modelos de negócios inovadores. E como facilitadora de workshops, palestras e treinamentos sobre esse assunto, sou uma grande entusiasta do Design Thinking.

Acredito que existem muitas coisas para pensar sobre o assunto. Primeiramente, não podemos deixar de explicar que Design Thinking não é apenas uma prática pensante, como o próprio nome sugere. Ou algo restrito à concepção de produtos, embalagens e outras atribuições do próprio Design. Longe disso! O método é aberto a todos, também é muito ambicioso: as ideias saem dos post-its coloridos e da cabeça de seus participantes para serem testadas e validadas.

“Ué, não é só sentar e fazer um grande brainstorm sobre o assunto”? Não, isso é muito importante de ser esclarecido: brainstorm é brainstorm, reunião é reunião e Design Thinking é algo muito maior, que também se utiliza da reunião de ideias. Vamos falar bastante sobre o assunto aqui no blog. Vem comigo!

DESIGN THINKING: APLICÁVEL, VIÁVEL E DESEJÁVEL

Afinal, o que o DT busca? Basicamente, ele tem o objetivo de propor soluções com a colaboração de diversas áreas de uma empresa. Como destravar uma etapa do processo produtivo, de onde partir para criar um novo produto ou serviço ou solucionar a dor do meu cliente? Essas e outras questões podem ter tanto um ponto de partida como também um produto final com a prática do Design Thinking.

É claro que para esse método render bons frutos, os participantes devem considerar a realidade da instituição, afinal, a solução encontrada precisa ser viável e fazer sentido aos clientes/consumidores. Isso é algo muito bacana: os participantes estão ali como parte da empresa, mas também pensando como os stakeholders. Com isso, o desfecho se torna relevante para todos os pontos dessa cadeia.

Faça se estiver preparado para mudar. Usar o Design Thinking como parte da elaboração ou reformulação dos modelos de negócios é para os fortes, ou melhor, para quem está disposto a mudanças. É o momento para colocar a mão na massa, testar suposições e ideias, encarar fracassos, voltar à estaca zero. É um processo que requer paciência, pois nem sempre uma só aplicação do Design thinking vai resultar em um plano de ação. Calma! Não estou oferecendo nada imediato ou milagroso, e sim um conjunto de técnicas para pensar, testar, validar e atualizar.

Por que o Design Thinking é tão inovador? Por vários motivos! O conceito utiliza dados (pesquisas, benchmarking), visões de mundo, pensamento visual, elaboração de protótipos (ou outras formas de testar as soluções) para transformar ideias em produtos, serviços, novos processos, mais conhecimento e INOVAÇÃO!

Esse infográfico do Sebrae é muito interessante e mostra como o DT já está no nosso dia a dia.

Leve com você esses cinco conceitos:

Além de deixar no passado a resolução de problemas – ou criação – às cegas e o afastamento entre instituições, seus colaboradores internos e stakeholders, o Design Thinking é ainda mais inovador por promover essas cinco habilidades:

  1. Empatia: Coloque-se no lugar do cliente, do consumidor ou do colega que estará envolvido direta ou indiretamente nas mudança propostas pelo DT
  2. Experimentação: Visualize o mais rápido possível novas situações para compreender, melhorar e testar hipóteses, antes que tempo e dinheiro sejam desnecessariamente desperdiçados
  3. Colaboração: Pessoas trabalhando juntas para compreender vários pontos de vista e criar soluções que tenham um real impacto na vida das pessoas.
  4. Multidisciplinaridade: A riqueza de ideias está na diversidade de perfil dos participantes. Todos podem encontrar uma boa solução, não apenas o funcionário do setor X ou a equipe de gerentes. O Design Thinking é democrático e colaborativo. Quanto mais visões diferentes, mais ideias para serem amadurecidas e testadas.
  5. Liberdade: Não venha com pré-conceitos ou censuras. O ambiente para a prática do DT deve ser livre de julgamentos. Os participantes precisam se sentir parte do processo e com total liberdade para sugerir. Isso nos leva a outra afirmação: Design Thinking é um grande aliado da Cultura de Inovação (Cultura de inovação: você está preparado para isso?).
Compartilho com você nossos próximos workshops abertos:
Essas datas não atendem as suas necessidades? Envia um email agora e vamos conversar sobre a possibilidade de realizar in company, desenhado sob medida para a sua organização.

Fonte Complementar 5: Entenda o Design Thinking (SEBRAE)
Fonte Complementar 6: Wikipédia - Design Thinking

segunda-feira, 19 de junho de 2017

WHAT’S NEW IN SAP HYBRIS COMMERCE 6.4?


Hybris Commerce 6.4 contains brand new Backoffice Product Content Management & Marketplace Module products, and a stack of new features on top of its previously existing products.

Accelerator Features

The Accelerator has new Commerce Quotes, Sales Organization, and Assisted Service Module (ASM) Customer List features, to improve Sales Agent efficiency.
  • Commerce Quotes have been wired-up so that a Buyer can move smoothly between quote management assets to improve the Buyer-Seller negotiation process
  • Sales Organization has Sales and Buyer unit hierarchies, which allow for example, a Sales Employee assigned to North America to have access to its Canada, United States, and Mexico Buyers
  • ASM Customer List leverages the new Sales Organization feature above, and allows a Sales Employee to quickly search and sort by Buyer unit or name

Assisted Service Module (ASM) Customer 360° Views

The ASM Customer 360° View has new Coupons and Promotions, Customer Loyalty, and Customer Technology views, to facilitate better customer support, as well as new ASM RESTFul Web Services to allow ASM functionality to be called from different touch-points.
  • Coupons and Promotions view displays coupons a CSA can offer a customer to facilitate cross- or up-sells, or to appease an unhappy customer who has experienced poor customer service, and promotions to encourage customers to spend more in order to earn a higher promotion discount
  • Customer Loyalty view allows a CSA to see a customer's loyalty point balance, activity score, and loyalty tier, so they can provide contextual customer service, relative to the customer's loyalty information
  • Customer Technology view allows a CSA to see what technology a customer uses to browse their website, e.g., their device, operating system, and browser type, so they can provide contextual customer service, relative to the customer's technology information
  • ASM RESTful Web Services allow external systems, extended channels, and different touch-points to leverage the ASM's functionality

Backoffice Product Content Management

The new Backoffice Product Content Management is built on the Hybris Commerce Backoffice framework, and has improved Data Validation & Quality Coverage, Catalog Management Assortment, and Product Search & Browse views.
  • Hybris Commerce Backoffice framework passes on to the Backoffice PCM numerous Backoffice features out-of-the-box, whilst vastly improving its extensibility
  • Catalog Management Assortment view allows the management of product, category and catalog hierarchies, whereby products, categories and catalogs, can be created, removed, and rearranged across different hierarchies by dragging and dropping them to their desired locations
  • Product Search view allows simple searching and filtering to further narrow search results
  • Product Browse view provides a catalog selector, explorer tree and facets, to quickly drill down to products of interest, as well as quick product summary view, and multiple product selection from a list, enabling quick access, and administration of products
The new Backoffice PCM looks great too!

Configurable Bundles Features

The Configurable Bundles include new Generic Cart Entry Grouping features and a new core Accelerator Configurable Bundles AddOn.
  • Generic Cart Entry Grouping allows configurable bundles to be used within any Accelerator implementation
  • Core Accelerator Configurable Bundles AddOn serves as an implementation template to facilitate rapid Configurable Bundle implementation
  • Configurable Bundles provide an engaging guided selling experience for customers, to increase up-sells and general sales

Data Hub Features

The Data Hub has new Monitoring Events to support business process monitoring to enable status visibility at Batch and the Item level, increasing traceability and awareness.

Marketplace Module (from China Accelerator)

A new Marketplace Module provides an out-of-the-box marketplace solution for the B2C sector. This allows a Merchant to host a marketplace for Vendors and Consumers to conduct online commerce. Vendors can set up a shop to sell their products, and Consumers can purchase products from different Vendors in a unified online commerce experience.
  • Merchants get an out-of-the-box e-commerce site with Vendor sample data, and easy-to-use, intuitive interfaces for Vendor, Product, and Content Management
  • Vendors get a ready-to-use, customizable landing page, and easy-to-use, intuitive interfaces for Vendor User Management, Product Management, and Order Management
The Marketplace is feature rich & attractive!

Order Management Features

Order Management includes new Task Assignments, Advanced Shipping Notice, Return Approval, Manual Carrier and Tracking ID Entry, and RESTful Order Management Web Services features.
  • Task Assignments allow consignments to be assigned to employees throughout the Order Fulfilment workflow
  • Advanced Shipping Notice allows vendors to send notifications of inbound inventory shipments
  • Return Approval allows price modification prior to approval steps
  • Manual Carrier and Tracking ID Entry allows Warehouse Agents to manually enter for tracking information for consignment tracking
  • RESTful Order Management Web Services, through the Omni Commerce Connect API, have been extended to support standalone Order Management deployment

Platform Features

The Platform includes a wide range of new features, including Suspend-Resume, Improved Containerization Support, Improved Deployment and Operations Deployment Tooling, Base Image Unification, Orchestration Test Framework, and CronJobs Status and Progress features.
  • Suspend-Resume gives the ability to enter a safe-sleep mode for pause/continuation, or safe shut-down
  • Improved Containerization Support allows easier design, build and deployment of complex SAP Hybris Commerce clusters
  • Improved Deployment Tooling facilitates operations automation and makes deployment easier
  • Base Image Unification limits the number of the components needing to be patched
  • Orchestration Test Framework allows end-to-end tests to be run using containers
  • CronJob Status and Progress provides an API and user-interface for tracking the progress of CronJobs, such as synchronisation CronJobs for example

Promotion Engine Features

The Promotion Engine introduces the Marketing Manager View and the Master-Child Filtering Mechanism features.
  • Marketing Manager View enables company marketing managers to have access to the Promotion Engine functionality relevant to them, hiding all technical system administration tasks
  • Master-Child Filtering Mechanism in the Rule Builder allows users to restrict the results returned for values in the promotion rule’s condition and action fields

Rule Engine Features

The Rule Engine now supports Multiple Rule Modules, Simultaneous Multiple Rule Publishing, and Rule Module Synchronization among other new features.
  • Multiple Rule Modules support now allows administrators to create multiple modules in the system; this enables retailers to test and review their rules in a preview environment before publishing to their live systems
  • Simultaneous Multiple Rule Publishing allows administrators to deploy multiple rules to a specific module at once
  • Rule Module Synchronization provides administrators the ability to make changes to one module and easily sync the updates to another module of the same type

Search and Navigation Features

Search and Navigation includes Search Profiles and Adaptive Search Perspective features to optimize product searches & navigation, and increase conversion rates on the storefront.
  • Search Profiles can be setup to display different search facets, boost rules, or to promote or exclude individual search result items on the storefront
  • Backoffice Adaptive Search Perspective configures Search Profiles and displays the search results of the Search Profile that would be displayed on the storefront

SmartEdit and SmartEdit Personalization Features

SmartEdit now offers Simplified Generic Support, Page Cloning, Hotkey-Enabled Storefront Navigation and Permission-Based Content Editing features, which shorten go-to-market-time for supporting custom components, and provide Content Managers with better flexibility and agility.
  • Simplified Generic Support allows the support of a wider range of components, restrictions, and page types, saving implementation time and effort
  • Page Cloning offers easy content re-use by cloning existing pages and tweaking them
  • Hotkey-Enabled Storefront Navigation supports quick-key storefront navigation while editing the content
  • Permission-Based Content Editing defines user permissions at the catalog version level to restrict the creation and display of content
Personalization in SmartEdit now enables complex AND, OR, NOT Segmentation Configurations, Default Variations, and Personalization for Anonymous Customers using SAP Hybris Profile, that provide user-friendly and relevant experiences to customers.
  • AND, OR, NOT Segmentation Configurations allow complex segmentation scenarios for better targeting of specific user groups
  • Default Variations can be applied to all users, e.g. a default variation can be configured for the duration of a Summer Sale that applies to all customers, except when variations target specific user groups, e.g. Summer Sale Beach Lover or Summer Sale Menswear
  • Personalization of Anonymous Customers using SAP Hybris Profile provides relevant content to anonymous customers
Here is a video overview by Charles Barton:
You can find more information within the SAP Hybris Commerce 6.4 Release Notes [login may be required].
Source: What’s New in SAP Hybris Commerce 6.4?